24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Tom Brady assume cargo em startup de canetas emagrecedoras

Tom Brady está oficialmente entrando de cabeça no “mercado do bem-estar”, mas não do jeito óbvio. O ex-astro da NFL assumiu como chief wellness officer da eMed, uma startup de telemedicina que promete acesso a medicamentos da classe GLP-1 para perda de peso, com acompanhamento clínico contínuo. E aqui está o detalhe que chama atenção: a eMed mistura prescrição de GLP-1 (como Ozempic e Mounjaro) com exames de sangue feitos em casa no começo do programa, depois de 6 meses e ao completar 1 ano. A leitura desses resultados fica com profissionais de saúde, que ajustam o tratamento ao longo do caminho. Na prática, a empresa também diz entregar um kit para manejo de efeitos colaterais, com medicamentos sem prescrição, além de triagem clínica e suporte para sintomas comuns. O serviço inclui consultas médicas mensais e check-ins obrigatórios. E tem um movimento ainda maior por trás: uma oferta corporativa para empregadores, que passariam a oferecer aos funcionários elegíveis acesso ao GLP-1 com supervisão clínica contínua. É o GLP-1 saindo do indivíduo e virando “benefício de empresa”. Wellness como política interna, não só escolha pessoal. Em comunicado, Brady bateu na tecla do “uso responsável”: que cuidados médicos de qualidade precisam ser acessíveis e entregues com decisões baseadas em evidências e necessidades individuais. E reforçou a ideia de escala, especialmente no ambiente corporativo, com uma frase que traduz o espírito do momento: esses medicamentos podem ser transformadores, mas só quando vêm com orientação clínica e suporte contínuo. E isso conversa com a trajetória recente dele. Antes da eMed, Brady já vinha construindo presença na economia do bem-estar: é cofundador da TB12 (performance e recuperação), criou a Autograph (que se fundiu no ano passado com o app de treinos Future), fechou parceria com a Gopuff para lançar as Goat Gummies (snacks veganos) e foi nomeado chief innovation officer da Aescape, empresa de massagem robótica baseada em IA. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Procedimentos estéticos entre homens dobram em 7 anos

Se você ainda acha que procedimento estético é “coisa de mulher”, o mundo já virou essa página faz tempo. Entre 2018 e 2024, as cirurgias plásticas em homens cresceram 95%. E os procedimentos sem cirurgia (injeções, laser, peelings e afins) subiram 116%. Quase dobraram. E não é um movimento tímido: América Latina e Oriente Médio aparecem como os mercados mais quentes dessa virada. Enquanto isso, entre mulheres o crescimento foi bem menor no mesmo período: 59% nas cirurgias e 55% nos procedimentos não cirúrgicos. Tradução: não é que as mulheres “pararam”. É que os homens aceleraram. O ponto real é cultural. A leitura apresentada no congresso IMCAS, em Paris, é direta: a estética saiu do lugar elitizado e virou consumo recorrente. Antes era “algo de poucos”. Agora está mais perto de rotina e manutenção, com demanda sólida e competição aumentando. E tem um motor por trás disso: as gerações Z e millennial estão entrando mais cedo nesse universo do que as gerações anteriores. Isso muda o jogo porque deixa de ser só “corrigir” e passa a ser “manter”. Cuidar do rosto, do corpo e da aparência vira parte do pacote de identidade, de vida social e até de performance profissional. Por isso o mercado deve continuar crescendo numa média de 5% ao ano até 2030, com disputa pesada principalmente em toxina botulínica e ácido hialurônico, que hoje concentram mais da metade do mercado mundial de medicina estética. Os EUA seguem liderando o bolo global, com grande volume de intervenções não cirúrgicas e domínio no segmento de toxinas. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Anvisa investiga seis mortes suspeitas associadas a canetas emagrecedoras

Desde 2018, a Anvisa registrou 225 casos suspeitos de pancreatite e seis mortes em investigação associadas ao uso de canetas emagrecedoras no Brasil. Os dados vêm do VigiMed, sistema oficial de farmacovigilância da agência. Os relatos envolvem medicamentos da classe dos agonistas do GLP-1, usados no tratamento de diabetes e obesidade, como semaglutida, liraglutida, tirzepatida e dulaglutida. É importante reforçar: suspeita não é confirmação. Todos os casos ainda passam por análise técnica para entender se há, de fato, relação causal com os medicamentos. O que os números dizem e o que eles não dizem Os registros envolvem pacientes de estados como São Paulo, Paraná, Bahia e Distrito Federal. No caso das mortes, os estados não foram divulgados. Dois pontos precisam ser lidos com cuidado. O primeiro é que a notificação não é obrigatória, o que significa que os números podem estar subestimados. O segundo é que o público que utiliza essas terapias já apresenta maior risco de pancreatite. Pessoas com obesidade e diabetes, por si só, têm maior incidência da inflamação no pâncreas. Segundo Alexandre Hohl, diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica, ainda não é possível afirmar se os casos estão sendo causados pelos medicamentos ou pelas doenças de base dos pacientes. O risco de pancreatite já está descrito em bula e é conhecido pelos médicos. No caso do Mounjaro, por exemplo, a pancreatite aguda aparece como reação adversa incomum, mas possível. O maior problema apontado por especialistas acontece fora do consultório. Uso sem prescrição, versões manipuladas ou falsificadas, ausência de avaliação clínica e falta de monitoramento de sintomas precoces. Nesse cenário, não há controle de dose nem acompanhamento da saúde do pâncreas, o que pode atrasar o diagnóstico e levar a quadros graves antes da busca por atendimento médico. O que tudo isso muda? Nada muda para quem usa com indicação correta. A própria Anvisa reforça que não há recomendação de suspensão das canetas emagrecedoras. O tratamento segue considerado seguro quando há prescrição e acompanhamento médico. Desde abril de 2025, a agência passou a exigir retenção de receita, justamente para reduzir o uso indiscriminado. Outras medidas podem ser adotadas se novos riscos forem confirmados. Em escala global, já foram registradas mais de 14 mil notificações de pancreatite associadas a esses medicamentos e 378 mortes. Todos esses dados também seguem sob investigação. O posicionamento das empresas A Eli Lilly informou que monitora continuamente os relatos e que o risco de pancreatite consta em bula. A Novo Nordisk reforçou que todas as terapias baseadas em GLP-1 trazem advertência de classe sobre pancreatite e que os pacientes devem ser orientados a interromper o uso e procurar um médico diante de qualquer sintoma suspeito. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Cochilos à tarde podem melhorar a saúde do cérebro

Cochilo no meio do dia não é preguiça. É estratégia. E a ciência vem tratando a soneca curta como um reset cognitivo. Você desliga por um instante e volta com a cabeça mais limpa pra aprender, lembrar e criar. O reset que seu cérebro estava pedindo Pensa no seu cérebro como uma aba do navegador com 47 guias abertas. Ao longo do dia, as sinapses vão ficando saturadas, o foco vai derretendo e tudo começa a pesar. O cochilo entra como um reboot. Reduz essa força acumulada nas conexões e abre espaço pra novas informações. Um processo restaurador que lembra, em miniatura, o que acontece no sono noturno. Mas aqui mora o pulo do gato. Tempo é tudo. Estudos indicam que sonecas de até 30 minutos podem se associar a benefícios cardiovasculares, incluindo redução no risco de pressão alta em algumas análises. Passou disso, a história muda. Cochilos longos aparecem ligados a piores marcadores metabólicos e cardiovasculares em diferentes pesquisas. E ainda aumentam a chance de você acordar grogue, como se tivesse sido puxado do fundo da piscina. Por isso, o cochilo perfeito é curto, objetivo e bem colocado no dia. E não é só papo de lifestyle. O wellness moderno já está tratando o sono como pilar de performance. De wearables que monitoram recuperação a empresas testando pausas estruturadas como parte de saúde preventiva. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Nike retoma linha de produtos com foco em corredores de trilha

A Nike está trazendo de volta a All Conditions Gear como uma marca outdoor de verdade e já chega mirando um público específico: trail runners, a galera que troca asfalto por terra, pedra, subida e lama. Porque, vamos ser honestos, nos últimos anos a ACG tinha virado mais streetwear com estética de aventura do que performance pra trilha. Esse relançamento é um reset. E tem uma decisão simbólica aqui: a Nike Trail será absorvida pela ACG, como se a Nike estivesse dizendo que agora a disputa é pra valer. O lineup estreia com quatro peças que funcionam como cartão de visita dessa nova fase. Um detalhe importante é que todos os produtos foram desenvolvidos com o All Conditions Racing Department da Nike, um grupo formado por 28 trail runners de elite em oito países que testaram protótipos e devolveram feedback real de uso. E o timing não é aleatório. A participação no trail running nos Estados Unidos cresceu mais de 25% nos últimos anos. Até agora, esse território era dominado por marcas nativas do outdoor como Salomon e Hoka. A ACG é a primeira tentativa realmente séria da Nike de competir nesse espaço com produtos pensados do zero para trilha, e não adaptações de tênis de rua com sola agressiva. No fundo, a mensagem é clara. A Nike quer voltar a ser relevante onde o suor não é instagramável, é real. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Skol lança cerveja zero açúcar e zero álcool

Neste Carnaval, a Skol lança a Skol Zero Zero, sua primeira cerveja com zero álcool e zero açúcar, e apenas 12 calorias por lata. É puro malte, sem glúten e, segundo a empresa, a primeira do país a reunir os dois atributos no mesmo produto. O ponto aqui não é restrição. É comportamento. A Ambev trata o lançamento como a maior aposta da Skol nos últimos cinco anos e usa a força da marca para acelerar a categoria de cervejas sem álcool no Brasil, hoje ainda pequena, mas em crescimento acelerado. A leitura é clara: quando o “zero” entra na marca mais consumida do país, ele deixa de ser nicho e vira opção de ocasião. Do lado técnico, o desafio foi grande. A fermentação transforma açúcar em álcool. Tirar o álcool já é complexo. Chegar ao zero açúcar exige controle ainda mais rigoroso do processo produtivo. A Skol Zero Zero começa a ser fabricada na cervejaria de Lages (SC), considerada pela empresa a unidade mais preparada para esse tipo de produção no Brasil. A escolha da Skol também tem lógica de escala. Estimativas citadas pela companhia indicam que cerca de 50% dos consumidores de cerveja no país consumiram Skol nos últimos três meses. Para a marca, o “zero” cresce quando a alternativa está dentro do rótulo que já faz parte da rotina. O lançamento começa por São Paulo, com distribuição via Zé Delivery, lojas Oxxo e venda de rua durante o Carnaval. O preço fica alinhado ao da Skol tradicional. A estratégia inclui ativações em grandes eventos, estações de metrô e ações de experimentação digital, com expectativa de impactar mais de 1 milhão de pessoas. O movimento acontece em um momento-chave. Dados recentes mostram que a categoria de cervejas sem álcool é a que mais cresce no Brasil, impulsionada por mudanças de hábito. 56% dos brasileiros dizem reduzir o consumo de álcool e, entre a Geração Z, esse número sobe para 61%. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

SmartFit aposta em nova IA que economiza 480 horas de trabalho

A Magnotech, startup por trás da plataforma SmartOffice, virou uma das apostas do ecossistema Smart Fit depois de crescer 1772% em 2025. O ponto aqui não é “negócio crescendo”. É o que essa automação destrava no mundo real: menos fricção na operação = mais energia pro que importa na experiência wellness. Porque academia não é só esteira e halter. É atendimento, suporte, comunicação, rotina, agendamento, reembolso, dúvidas, cobrança, cancelamento, reativação, esse “miolo invisível” é o que define se a pessoa mantém o hábito ou desiste na 3ª semana. A promessa da SmartOffice é automatizar tarefas repetitivas em áreas como finanças, marketing e atendimento. Segundo a empresa, isso pode economizar até 480 horas por mês. Por que isso é a cara da Smart Fit? A Smart Fit opera em escala. E, quanto mais gente, mais pontos de fricção aparecem. Aposta em IA, aqui, é sobre padronizar o básico (o operacional repetitivo) para liberar o humano onde ele é insubstituível: acolhimento, orientação, motivação, comunidade. É quase um upgrade de “academia como lugar” para “academia como sistema de suporte”. O que fica de leitura do movimento O recado dessa história é: wellness está virando infraestrutura. E infraestrutura não se sustenta só com treino bom. Ela precisa de operação que funcione sem sugar energia de todo mundo. IA não entra pra “substituir”. Entra pra tirar peso morto do dia e deixar o time focar em criar experiência, consistência e adesão. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Vacina contra câncer de pele reduz em 49% risco de morte

Sabe quando a palavra “vacina” faz a gente pensar em prevenção, antes da doença aparecer? Aqui é outro capítulo. O que Moderna e MSD (Merck fora dos EUA) estão chamando de intismeran autogene (mRNA-4157/V940) é uma vacina terapêutica: ela entra depois da cirurgia, quando o tumor já foi retirado, pra tentar impedir o câncer de voltar. E os novos dados que as empresas divulgaram em 20 de janeiro de 2026 apontam uma coisa importante: o benefício se manteve no longo prazo. O que aconteceu? O estudo acompanhou 157 pacientes com melanoma de alto risco (estágios avançados, após retirada completa do tumor). Eles foram divididos em dois grupos: Um grupo recebeu Keytruda (pembrolizumab), que já é um imunoterápico bem estabelecido.O outro recebeu Keytruda + a vacina personalizada de mRNA. Resultado: a combinação reduziu em 49% o risco de recorrência ou morte quando comparada ao Keytruda sozinho, e esse efeito apareceu como sustentado no acompanhamento divulgado. Por que essa vacina é diferente Os médicos sequenciam geneticamente o tumor do paciente, identificam pedaços que podem virar alvo (neoantígenos) e a vacina é desenhada para ensinar o sistema imune a reconhecer e caçar aquelas células. Esses dados ainda são da fase 2b. A fase 3 (a que costuma pesar mais para aprovação e adoção ampla) já está em andamento no programa INTerpath, com previsão de leitura final mais à frente. A ideia do mRNA mudando de papel: saiu do “vacina de vírus” e está virando uma plataforma de tratamento personalizado em oncologia. Se esse modelo escalar bem, abre um caminho grande pra um futuro onde “imunoterapia” não é só ativar o sistema imune. É ativar com direção, alvo e contexto. No Brasil, vale lembrar: melanoma é o tipo mais perigoso de câncer de pele, e embora represente uma fatia menor dos casos, é o que mais preocupa quando o assunto é metástase. (O INCA costuma apontar esse peso do melanoma dentro dos tumores de pele.) 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

SUS fecha parceria para treinar mais médicos no Brasil

O Sistema Único de Saúde acaba de fechar uma parceria com a Amil para ampliar a capacitação de profissionais de saúde no país, usando infraestrutura privada para fortalecer o atendimento público. Na prática, a Amil colocou à disposição do Ministério da Saúde o Centro de Pesquisa Edson Bueno, um dos polos mais avançados de pesquisa clínica da saúde suplementar no Brasil. O espaço será usado para treinar médicos e profissionais do SUS, além de ampliar a participação brasileira em estudos clínicos internacionais. O foco está em áreas onde o gargalo não é só dinheiro, mas gente qualificada: câncer, diabetes e doenças pulmonares. Ao integrar ensino, pesquisa e prática clínica, a parceria busca algo raro no sistema: ganho estrutural, não só solução emergencial. Para o SUS, o movimento ajuda a enfrentar um problema crônico: filas longas e falta de acesso a tratamentos de ponta, muitas vezes disponíveis apenas no setor privado. Para a Amil, a leitura é estratégica: ao se posicionar como parceira do sistema público, a empresa deixa de ser apenas uma operadora e passa a atuar como infraestrutura de saúde. Esse tipo de arranjo aponta para um novo desenho do setor. Menos disputa ideológica entre público e privado. Mais cooperação pragmática, onde capacidade ociosa vira formação, conhecimento e atendimento. A mensagem é clara: o futuro da saúde no Brasil passa por integração inteligente. E quem entender isso primeiro ajuda a formar profissionais hoje, e a sustentar o sistema amanhã. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Novo Nordisk quer vender comprimido para emagrecer no Brasil

A Novo Nordisk quer dar um próximo passo grande no “boom do GLP-1” por aqui: entrou com pedido na Anvisa para registrar o Wegovy em comprimidos (semaglutida oral) para tratamento da obesidade. Segundo a empresa, o protocolo foi feito em 30 de janeiro e, até agora, a Anvisa não deu um posicionamento público sobre prazos. O que é o Wegovy? O Wegovy é semaglutida, um remédio que imita a ação do GLP-1, hormônio que o intestino libera depois que você come. O efeito em cadeia é bem direto: ele ajuda a reduzir fome (sinal no cérebro), desacelera o esvaziamento do estômago (saciedade por mais tempo) e melhora a resposta de insulina, o que conversa com glicose e metabolismo. A versão oral do Wegovy foi aprovada nos EUA no início de janeiro de 2026. A Novo Nordisk colocou as doses iniciais (1,5 mg e 4 mg) por US$ 149/mês para quem paga do próprio bolso, e as doses mais altas (9 mg e 25 mg) por US$ 299/mês. A dose de 4 mg sobe para US$ 199/mês a partir de 15 de abril de 2026. O contexto é simples: o mercado está ficando “intensamente competitivo”, e a briga agora não é só por eficácia. É por formato, conveniência, adesão e acesso. E no Brasil? Aqui ainda é terreno de expectativa: não existe prazo público fechado para aprovação, porque depende da análise técnica e regulatória da Anvisa. E, por enquanto, não há preço sugerido divulgado para o mercado brasileiro. Se a pílula for aprovada, ela tende a acelerar a “normalização” do GLP-1 no varejo de saúde e na conversa médica, porque reduz uma fricção clássica (injeção) e pode trazer novos perfis de pacientes pro tratamento. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui