24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Chegou o primeiro wearable feminino que acompanha hormônios em tempo real

Um wearable pra “ver” seus hormônios em tempo real A Clair acabou de chegar com uma promessa grande e bem 2026: ser o primeiro tracker contínuo de hormônios para mulheres, monitorando padrões de estrogênio e progesterona de forma passiva, direto no pulso. O que a Clair promete rastrear? A Clair mira quatro usos principais, todos com o mesmo pano de fundo: hormônio mexe com o seu dia inteiro e quase ninguém acompanha isso com consistência porque dá trabalho. 1) FertilidadeA maioria dos testes de ovulação olha o pico de LH, que indica que o corpo tentou ovular, mas não confirma se ovulou de fato. A Clair foca no aumento de progesterona que vem depois da ovulação, o que ajuda a confirmar que o óvulo foi liberado. E a promessa é avisar antes da janela fértil abrir, não quando já passou. 2) Saúde hormonal e aquele cansaço que “não bate”Sabe quando você dorme 8 horas, seu relógio diz “recuperação excelente” e mesmo assim você acorda moída? A Clair quer entrar justamente aí, sugerindo que um pico de progesterona durante a noite poderia explicar essa fadiga. 3) Treino com o ciclo no radarA proposta é conectar fases do ciclo com sensação de performance e recuperação. Tipo, por que o treino intenso parece mais “leve” em certos momentos e a recuperação pesa mais em outros. A Clair tenta transformar isso em ajuste prático, baseado no seu corpo. 4) Perimenopausa e menopausa com mais clarezaEm transições hormonais, muita gente fica no escuro, sem dado e sem narrativa. A Clair quer oferecer sinais contínuos pra ajudar a entender o que está mudando, e quando. Como isso funciona sem medir hormônio direto A Clair diz usar 10 biossensores no pulso e cruzar sinais do corpo que costumam variar junto com estrogênio e progesterona. Entre eles: temperatura da pele, frequência cardíaca de repouso, variabilidade da frequência cardíaca, arquitetura do sono, respiração, atividade eletrodérmica e movimento. Por que isso importa? Até aqui, acompanhar hormônios costuma cair em dois extremos: caro e invasivo no consultório, ou manual e chato em casa. A Clair tenta criar um terceiro caminho: contínuo e sem fricção. E fricção é o que mais derruba consistência. Hormônios mexem com energia, humor, sono e fertilidade todo santo dia, mas o tracking ficou difícil o bastante pra muita gente simplesmente não fazer. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Estudo compara consumo de ultraprocessados com tabagismo

Os ultraprocessados agora estão sendo tratados como algo bem mais sério do que “comida prática”. Um artigo assinado por pesquisadores ligados a Harvard University, University of Michigan e Duke University defende que muitos AUPs têm mais em comum com cigarros do que com comida de verdade e, por isso, deveriam enfrentar um nível de regulamentação parecido com o do tabaco. A lógica por trás da comparação A virada começa no design do produto.O argumento dos autores é que certos ultraprocessados não são apenas “calóricos” ou “pobres em nutrientes”. Eles são engenheirados para aumentar desejo e repetição. Pensa no cérebro como um sistema de recompensa com botão de “replay”. Ultraprocessados apertam esse botão com uma combinação de textura, aroma, sabor e aditivos, entregando prazer rápido e previsível. E quando a entrega é rápida, o consumo tende a ficar automático. O ponto central é esse: assim como o cigarro foi projetado para manter o hábito, muitos ultraprocessados são projetados para não deixar o pacote durar. Tudo é feito para te viciar O estudo descreve estratégias que lembram diretamente a lógica da indústria do tabaco: otimizar dose e otimizar velocidade. Na prática, isso significa calibrar ingredientes e sensações para: → intensificar a recompensa→ acelerar o “hit” no circuito de prazer→ desregular saciedade e apetite→ empurrar consumo compulsivo sem o consumidor perceber O marketing também parece “falso” Os autores também batem numa tecla sensível do mercado atual: a lavagem de imagem de saúde. Produtos vendidos como “sem açúcar”, “baixo teor de gordura”, “proteico” ou “fit”, mas que continuam ultraprocessados até o osso. A comparação aqui é histórica. Nos anos 1950, filtros de cigarro foram anunciados como inovação protetora. O risco continuava ali, só melhor embalado. A lógica é parecida: discurso de saúde que atrasa regulação e reduz a percepção de dano. O que a saúde pública pode aprender com o tabaco? O artigo defende que políticas inspiradas no controle do tabaco podem orientar o futuro dos ultraprocessados, como: → restrições de marketing→ regras mais duras de comunicação→ intervenções estruturais no ambiente alimentar A ideia não é proibir comida, é reconhecer quando um produto é desenhado para viciar. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Laborátorio brasileiro une IA e genética para fazer você viver mais

Direto dos laboratórios de biotecnologia para o centro das conversas sobre bem-estar, a Ciera Genomics está ajudando a mudar o jeito como o wellness entende o corpo humano. Em vez de dicas genéricas e protocolos iguais pra todo mundo, a empresa aposta em genética, multiômicas e inteligência artificial para empurrar o setor rumo a um caminho mais preciso, preventivo e orientado por dados. Qual é a lógica por trás dessa proposta? A virada começa na ciência. A Ciera nasce dentro do universo da medicina de precisão, num momento em que a genética sozinha já não dá mais conta de explicar a complexidade do corpo. Entram em cena as multiômicas, que combinam informações genéticas, metabolômicas e de microbioma para mostrar como cada organismo reage ao ambiente, ao treino, à alimentação e ao estilo de vida. A ideia é simples, mas poderosa: sair do “serve pra todos” e caminhar para decisões baseadas no que cada corpo realmente sinaliza. IA aplicada à prática clínica O diferencial da Ciera não está em falar direto com o consumidor final, mas em atuar como infraestrutura para médicos e nutricionistas. A empresa desenvolveu inteligência artificial própria para organizar e interpretar grandes volumes de dados biológicos, transformando exames complexos em insights clínicos mais claros, objetivos e acionáveis. A IA entra como suporte ao raciocínio profissional, ajudando a identificar padrões, predisposições e pontos de atenção que antes ficavam perdidos no excesso de informação. O que o mercado de wellness aprende com isso? Num setor que já ultrapassa US$ 6,3 trilhões globalmente, cresce a pressão por soluções que entreguem mais do que estética e discurso bonito. A Ciera sinaliza uma mudança importante: wellness não é só rotina saudável, é leitura de dados, prevenção e estratégia de longo prazo. Para executivos, marcas e profissionais do setor, o recado é direto. O futuro do bem-estar será personalizado, científico e guiado por evidência. Quem continuar apostando apenas em fórmulas genéricas corre o risco de ficar para trás enquanto a biologia assume o volante. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Garmin vaza detalhes sobre novo wereable revolucionário que aposta em saúde contínua

Um anúncio de um item chamado “Cirqa Smart Band” apareceu por alguns minutos no site canadense da marca e depois sumiu. Mas deu tempo de capturarem alguns detalhes. O que vazou até agora Pelo que foi visto no listing: → duas medidas de pulseira: P/M e G/EG→ duas cores: Black e French Grey E isso é importante por um motivo simples: parece ser de pulso, não de braço. Porque a Garmin já tem um tracker sem tela, mas é de braço: o Garmin Index Sleep Monitor, lançado no ano passado, focado em sono. Se o Cirqa se confirmar, seria o primeiro “screenless” de pulso da Garmin. A comparação com a Whoop A Whoop virou referência nesse formato por transformar um wearable em “sistema”: A versão mais recente (Whoop 5.0) ainda puxa features como ECG, melhorias em sono, insights de pressão arterial em beta, VO2 Max e afins. O sinal aqui: a Garmin pode estar mirando exatamente o público que quer menos relógio no pulso e mais coaching invisível. A pista estratégica: Garmin está ficando mais “wellness” Nos últimos meses, a marca vem expandindo o papo para além de performance pura. Exemplo: ela anunciou rastreamento de nutrição no Connect+, com metas, calorias, macros e insights personalizados para assinantes. E 2025 foi cheio disso: Oura, Ultrahuman, Whoop, Apple e a própria Garmin empurrando wearables para um papel mais “sistema operacional da saúde”. Quando pode sair O listing removido sugeria disponibilidade por volta de maio ou junho. E tem gente especulando anúncio já no próximo mês. Nada confirmado ainda. Mas o vazamento já fez o que precisava: colocou a pergunta no ar. Se a Garmin lançar uma Whoop dela, você usaria uma pulseira sem tela? 👀 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Saliva artificial brasileira cria camada extra de proteção em pacientes com câncer

Pesquisadores da USP, em colaboração com instituições como a UFSCar e a Universidade da Califórnia, desenvolveram uma saliva artificial a partir de uma proteína extraída da cana. O nome é CaneCPI-5 e o primeiro formato pensado é bem direto: enxaguante bucal. O que essa proteína faz? Pensa no esmalte como uma parede.A CaneCPI-5 funciona como um verniz inteligente. Ela gruda forte no esmalte e “reorganiza” a película protetora natural que já existe ali. Com isso, inibe enzimas que aceleram a desmineralização (aquele processo em que o ácido vai “comendo” a estrutura do dente). E tem um detalhe importante: os estudos indicam que esse efeito pode ficar ainda mais forte quando a fórmula recebe flúor e xilitol. No fim é uma camada extra de proteção Por que isso importa agora O alvo principal são pacientes com câncer de cabeça e pescoço. Em muitos casos, a radioterapia causa xerostomia (boca seca). E boca seca é tipo “cidade sem chuva”: a proteção natural some, o risco sobe, e os dentes ficam vulneráveis. A proposta da saliva artificial é preencher essa lacuna: proteger o esmalte, reduzir chance de problemas e, potencialmente, ajudar também em inflamação e cicatrização (dependendo de como a tecnologia evoluir nas próximas aplicações). Da pesquisa para o mercado: onde o jogo fica sério A inovação já está patenteada e a equipe estuda expandir o portfólio para além do enxaguante: géis e filmes orais, por exemplo. Agora vem a parte que causa impacto real: escala industrial e parceiros. Porque se virar produto acessível, essa tecnologia entra em dois mercados ao mesmo tempo: 1) necessidade médica (xerostomia e proteção do esmalte)2) nova onda de cuidados: biohacking bucal e saúde personalizada E aí a cana vira o que ela sempre foi no Brasil: matéria-prima que move indústria, só que agora, com um crachá de biotech. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Famoso app que prevê sua morte entra no jogo da medicina preventiva

Sabe quando uma marca começa com um produto “chocante” só pra ganhar atenção e depois vira uma plataforma de verdade? É isso que o Death Clock está tentando fazer. Conhecido por prever uma “data de morte” (sim, pesado), o app agora lançou o Life Lab, um recurso que eles chamam de “AI health concierge”. A proposta é transformar curiosidade mórbida em rotina de prevenção, usando exames de sangue + plano personalizado dentro do próprio aplicativo. A ambição é clara: trazer para “gente normal” o tipo de acompanhamento que hoje mora em concierge medicine e clínicas premium de longevidade. Como funciona na prática O onboarding continua com um questionário de 29 perguntas. Só que agora entra a parte que muda o jogo: Exames de sangue com parceiros nos EUAO app se conectou a grandes redes de laboratórios com milhares de locais de coleta.Os pacotes vão de US$ 99 a US$ 299, dependendo da quantidade de biomarcadores. E tem um detalhe importante:Você pode fazer o exame nos parceiros ou subir resultados que já tem (do seu médico, por exemplo). A promessa que fisga A IA do app diz que foi treinada em mais de 1.200 estudos de longevidade e te entrega duas linhas do tempo: 1) Uma “data prevista” (do jeito que você está hoje)2) Uma “data potencial” (se você otimizar hábitos e riscos) A narrativa do produto é: o Life Lab existe pra diminuir o gap entre essas duas datas. Eles não querem te assustar, querem criar um plano de ação pra aumentar sua longevidade O que vem no relatório O Life Lab organiza tudo como uma espécie de “ofensiva clínica” contra quatro frentes clássicas de doença crônica: coração, câncer, diabetes e demência E aí ele entrega: O objetivo maior é virar um hub: juntar exames, histórico médico e até dados de wearables no mesmo lugar. O que isso diz sobre o mercado Esse lançamento é menos sobre “prever morte” e mais sobre um movimento que está ficando óbvio: apps de saúde querem sair do tracking e entrar no cuidado.Com IA como tradutora.E com exame de sangue como “momento de verdade”. Só que tem um ponto de atenção: quando um app começa a sugerir suplementos, medicações e condutas… a régua de responsabilidade sobe muito. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Leite condensado com alto índice de bactéria é proibido pela Anvisa

Nesta segunda feira, 02/02/2026, a agência determinou a interdição cautelar de um leite condensado semidesnatado La Vaquita depois que um lote falhou em teste microbiológico e apareceu com níveis acima do permitido de Staphylococcus aureus, bactéria ligada a intoxicação alimentar. O que foi interditado, de verdade Nada de “a marca inteira saiu do mercado”. A medida vale apenas para o lote 183/3 B. O lote foi reprovado no teste de Estafilococos Coagulase Positiva (ECP), que quantifica esses microrganismos em alimentos e embalagens. Quando vem alto, o risco é intoxicação alimentar e outros problemas de saúde. Anvisa tambem proibe venda de alguns suplementos Além do leite condensado, a Anvisa apontou irregularidades em dois suplementos: Glicojax e Durasil. O problema central é o mesmo nos dois: origem desconhecida (sem fabricante identificado) + propaganda com promessas que não se sustentam. Glicojax Prometia coisas com cara de remédio: “controle de glicose”, “suporte cardiovascular”, “saúde metabólica”, “controle do diabetes”. A Anvisa diz que essas alegações não têm comprovação científica. E vale o lembrete que deveria vir em letras gigantes:suplemento não é medicamento. Diabetes é condição de alto risco e exige acompanhamento profissional. Durasil Em gotas, prometia aliviar dores e melhorar função erétil, mas também apareceu com procedência irregular e sem fabricante identificado. O que você faz com essa informação hoje 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

MTE passa a multar empresas que ignoram riscos à saúde mental dos trabalhadores

O papo de bem estar no trabalho acabou de ganhar CPF e carimbo. A NR 1, que é a norma base de Segurança e Saúde no Trabalho, passou a colocar os riscos psicossociais no mesmo nível dos outros riscos ocupacionais. Traduzindo: estresse crônico, assédio, sobrecarga, burnout, violência psicológica viram item de gestão de risco dentro do GRO e do PGR. E um detalhe importante pra não confundir: isso não é “uma lei nova” no Congresso. É atualização de norma regulamentadora do MTE (regra obrigatória no mundo do trabalho). O que mudou na prática? A atualização deixou explícito que a empresa precisa identificar, avaliar e controlar também os fatores psicossociais, e registrar isso no inventário do PGR, com medidas proporcionais ao risco. Na vida real, isso puxa perguntas que muita empresa evitava: Agora aquele “clima ruim” dentro da empresa pode virar uma não conformidade. E quando tudo isso começa a valer? O MTE colocou um período de adaptação: a inclusão desses fatores no GRO começou com caráter educativo e o prazo de vigência do capítulo de GRO foi prorrogado para 25 de maio de 2026, para dar tempo de adequação (e, aí sim, a fiscalização punitiva fazer mais barulho). No fim das contas, saúde mental no trabalho é performance Quando a empresa trata risco psicossocial como risco mesmo, ela reduz o custo invisível que mais destrói resultado: E isso abre espaço pra um mercado que vai aquecer forte: consultorias, tecnologia de diagnóstico, programas de prevenção e desenho de trabalho mais sustentável. E se ignorar? Além do risco humano (que já seria suficiente), tem o risco prático: autuações, exigências de adequação e passivo trabalhista quando a fiscalização olhar pro PGR e não encontrar o básico do mapeamento e das ações. A lógica é simples: se está no inventário, existe plano. Se não está, parece que a empresa fingiu que não viu. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Everyday Athlete lança géis de performance para antes e depois do treino

A Everyday Athlete acabou de lançar um sistema bem direto: Energy (pré-treino) e Refuel (pós-treino). A ideia é simples e bem 2026: um sachê 10 minutos antes de treinar e outro 10 minutos depois, com carbo, eletrólitos e ingredientes funcionais no mesmo formato. Por que isso chama atenção agora? Gel sempre foi “coisa de corrida” e de abastecer no meio da prova. Aqui o uso muda: a marca está empurrando o gel para o mundo hybrid.HYROX, funcional, musculação com cardio, corrida + força… quem treina assim vive caçando praticidade e consistência. A lógica dos dois momentos Energy (antes) tenta cuidar do “motor”: energia sustentada + estímulo + suporte de fluxo sanguíneo.Refuel (depois) tenta cuidar do “conserto”: recuperação muscular + reposição de glicogênio + suporte articular. A marca também bate numa dor clássica dos gels tradicionais: picos de açúcar e desconforto gastrointestinal. Aqui, eles dizem usar carbo de liberação mais estável pra evitar isso. O que tem no Energy Sabor Berry Jam, pra consumir 10 minutos antes. O que tem no Refuel Sabor Lemon Yuzu, pra consumir até 10 minutos depois. Pra quem faz sentido Pra quem treina com consistência em mais de uma frente e quer nutrição simples, portátil e previsível. Cada gel tem 45 g, não precisa de refrigeração e cabe no bolso ou na mochila. Vale lembrar que isso não substitui alimentação, e “janela pós treino” varia muito pelo contexto do treino e da pessoa. Mas como produto, o conceito é claro: rotina em dois passos. O que essa tendência sinaliza A categoria está indo para o “bundle” de hábito.Em vez de vender um produto isolado, a marca vende uma sequência: antes e depois, sem você ter que pensar. E no jogo do treino, pensar demais é onde muita gente perde. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Adidas chama Entire Studios para repensar o uniforme do treino moderno com coleção inedita

Sabe aquele momento em que você sai do treino e pensa: “ok, agora eu teria que trocar de roupa pra voltar pra vida real”? A adidas e a Entire Studios estão tentando matar exatamente isso. As duas marcas anunciaram a primeira collab: uma coleção com 26 peças que pega roupa técnica de treino e passa por um filtro bem LA, minimalista, com cara de guarda roupa de verdade. Tudo pensado para você treinar sério e, se quiser, seguir o dia sem parecer que você mora dentro da academia. O que tem no drop A estrutura é quase um “sistema” de peças, com os seguintes looks: → leggings com tecnologia squat proof (4 polegadas e comprimento total)→ tops e bras combinando→ onesies e shorts de treino→ jaquetas e peças de sobreposição (layering)→ e nos pés, versões repensadas dos tênis Lightblaze POD e ACE A ideia é poder performar sem parecer que está indo para academia Aqui, a promessa é outra: construção técnica da adidas com o olhar de design da Entire Studios, mantendo uma paleta mais sóbria (com opção vinho/maroon pra dar o soco de energia). E a fala do time da Entire deixa claro o norte: não é “uma peça statement”. É guarda roupa completo, com intenção de coleção, só que feito pra movimento real. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui