24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

“Ozempic para animais” Conheça a revolução no tratamento da obesidade pet

Se você achou que medicamentos como Ozempic e Mounjaro eram exclusivos para humanos, pode começar a repensar. A obesidade animal, que já afeta mais de 50% dos gatos domésticos, agora enfrenta uma solução inusitada: análogos de GLP-1, o princípio ativo desses medicamentos, sendo testados em felinos. A solução de emagrecimento que pode mudar o jogo para os pets A ideia é simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: assim como os humanos, gatos e cães também podem sofrer com o excesso de peso. Por isso, cientistas estão criando remédios específicos para pets com esse princípio ativo, oferecendo uma nova possibilidade de tratamento para a obesidade. A farmacêutica Okava lidera um estudo piloto para pets O grande destaque vem da farmacêutica americana Okava, que iniciou um estudo piloto com microimplantes contendo essa medicação. Ao contrário das injeções diárias, os felinos receberão um implante que libera a medicação de forma gradual durante seis meses. Por que isso importa para a saúde animal? A inovação no tratamento de obesidade pet reflete a evolução do cuidado com os animais, focando não só na qualidade de vida, mas também na saúde preventiva e na busca por soluções mais eficazes e sustentáveis para os animais. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Marca brasileira de saúde feminina usa TikTok Shop para escalar rumo a R$ 30 milhões

A história da Anagrow ajuda a explicar como o wellness está mudando de forma e de ambição. Fundada pelo biomédico João Gabriel Fernandes, a marca nasceu como uma clínica de saúde capilar, mas entendeu cedo que o consultório tinha um limite claro de escala. A saída foi trocar o modelo físico por um e-commerce próprio, focado em saúde feminina, ciência aplicada e distribuição digital. O resultado é um caminho traçado para alcançar R$ 30 milhões em faturamento até 2027. A chave do sucesso: unir ciência e marketing emocional A virada começou quando a empresa percebeu que atender uma paciente por vez não resolveria o tamanho do problema que queria atacar. Ao migrar para o digital, a Anagrow passou a desenvolver produtos próprios, como o suplemento Ferritin B12, e a usar a formação científica do fundador como pilar de confiança. Mas não ficou só nisso. A comunicação conversa diretamente com dores reais das mulheres, tratando a queda de cabelo não apenas como estética, mas como algo que impacta autoestima, saúde mental e bem-estar. O crescimento acelerado: como o TikTok e a rede de afiliadas impulsionam as vendas Do lado do crescimento, a estratégia segue a nova lógica do consumo wellness. Depois de faturar R$ 12,6 milhões em 2025, a projeção é chegar a R$ 18 milhões em 2026. Boa parte disso vem do TikTok Shop, que já representa cerca de 14% do faturamento mensal, e de uma rede de afiliadas, em sua maioria mulheres, que vendem a marca a partir da própria experiência. Menos propaganda tradicional, mais recomendação com rosto, contexto e credibilidade. Só que escalar rápido tem seu preço Escalar, claro, cobra seu preço. A perda do enquadramento no Simples Nacional apertou margens e forçou ajustes. A resposta foi estrutural. Centralização das operações em Minas Gerais, revisão logística e reorganização fiscal para sustentar o crescimento sem perder eficiência no médio e longo prazo. O futuro do wellness: educação, comunidade e propósito acima de tudo No fim, o caso Anagrow funciona como um raio x do wellness atual. Não é só sobre produto. É sobre plataforma, conteúdo, ciência e comunidade andando juntos. Marcas que educam, acolhem e constroem autoridade não apenas vendem mais. Constroem negócios mais resilientes, com propósito claro e lucro no lugar certo. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Pesquisadores descobriram como reativar o sistema de atenção do cérebro. E não é com remédio

Um estudo sobre envelhecimento cerebral, feito para adultos 65+, acabou virando munição para outro público: atletas de elite. O motivo é simples. A pesquisa sugere que exercícios cognitivos focados em velocidade podem “reacender” um sistema químico do cérebro ligado a foco, atenção e tempo de reação. Em 10 semanas, os participantes tiveram um ganho que, em média, compensaria cerca de 10 anos do envelhecimento típico do cérebro. A pergunta que ficou no ar para o esporte é direta: se dá para treinar cognição como se treina força e cardio, por que isso ainda não faz parte do kit básico de performance? O que o estudo estava tentando responder O INHANCE, nasceu com um objetivo bem “vida real”: entender se dá para desacelerar ou até reverter algumas mudanças cerebrais ligadas ao envelhecimento, como perda de memória, pensamento mais lento e risco de demência. Mas quando os resultados saíram, pesquisadores de longevidade não foram os únicos a prestar atenção. Gente de performance esportiva também olhou e pensou: “isso aqui pode ser vantagem competitiva”. A peça central: acetilcolina (o “booster” da sua atenção) O estudo gira em torno da acetilcolina, um neurotransmissor que funciona como um amplificador de sinal no cérebro. O que acontece quando ela está em dia? O ponto é que, com o tempo, essa engrenagem tende a perder força. Em média, a produção de acetilcolina cai cerca de 2,5% por década. Em quadros como demência, a queda costuma ser bem mais intensa. Por isso, há anos a ciência tenta encontrar formas de “dar suporte” a esse sistema. O achado que virou assunto no esporte Usando imagem cerebral avançada, o INHANCE observou que exercícios cognitivos baseados em velocidade (pensados para treinar processamento rápido) aumentaram a atividade relacionada à acetilcolina. Tradução FitFeed: o cérebro respondeu como se o tempo tivesse desacelerado. E aí entra o esporte. Segundo Dr. Peter Gorman (ex diretor de iniciativas de performance na USA Baseball), uma parte enorme da performance vem do intervalo “reconhecer e reagir”. Você pode ser forte e rápido, mas se lê a jogada tarde, já era. Tudo porque o movimento físico importa, mas a decisão vem antes. E tem uma virada conceitual interessante que o estudo reforça: ferramentas que antes serviam só para medir cognição podem virar treino de cognição. Em outras palavras, o teste vira tratamento. De onde vem o treino usado no estudo? O treino usado no estudo veio do BrainHQ, uma plataforma criada com foco em envelhecimento cognitivo e risco de demência. O CEO, Dr. Henry Mahncke, diz que a acetilcolina sempre foi alvo central da proposta. E o esporte entrou nessa conversa por um caminho curioso: segundo ele, um dos nomes que ajudou a popularizar esse tipo de treino no contexto esportivo foi Tom Brady, que incorporou no método TB12. Desde então, o interesse cresceu em esporte profissional, forças armadas e equipes táticas. E com os achados do INHANCE, o “tom” mudou: não é só sobre reação mais rápida. É sobre resiliência mental. No fim, performance de verdade é manter clareza, mesmo sob: Um estudo grande com militares também apontou melhora de resiliência cognitiva usando abordagem parecida (citada no texto original como referência [2]). Qual a importancia real de tudo isso? O INHANCE ajuda a puxar uma tese que está ficando cada vez mais forte na longevidade: muita coisa que foi criada para proteger o cérebro mais velho faz sentido começar bem antes. Para atletas, isso vira “sustentabilidade de carreira”: treinar o cérebro para manter tomada de decisão afiada por mais tempo. Para o mercado de longevidade, é reforço de uma ideia simples: intervenções que sustentam função cognitiva tendem a acumular efeito com o tempo. Longevidade não é uma linha de chegada lá na frente. É um treino que começa agora. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Os remédios para emagrecer estão começando a aparecer no carrinho do supermercado

Segundo o presidente do Assaí, Belmiro Gomes, esses medicamentos já estariam mexendo no padrão de compra nas lojas da rede: queda no álcool e alta gradual na demanda por proteínas. O efeito ainda varia por classe social, mas, na leitura dele, já dá pra enxergar uma tendência estrutural no comportamento do consumidor brasileiro. As informações são do Estadão. O que está mudando, na prática? A lógica é simples: muita gente em tratamento tenta preservar ou ganhar massa muscular durante o emagrecimento. Resultado: cresce a busca por alimentos proteicos. Belmiro ainda diz que esse movimento pode ganhar força com uma nova geração de medicamentos prevista para este ano, que teria como promessa reduzir a perda de massa magra associada ao processo de perda de peso. Por que o Brasil pode sentir isso antes? Na visão dele, o país tem características que aceleram esse tipo de onda: cultura forte de corpo e saúde e uma presença enorme de academias. Ele cita que o Brasil tem o maior número de academias per capita do mundo. E as coisas não param no supermercado Se a mudança de hábitos virar padrão, Belmiro projeta um efeito em cadeia: o “mix” de consumo pode, com o tempo, pressionar agroindústria e commodities, ajustando demanda entre cadeias ligadas a álcool, carboidratos e proteínas. Do lado da indústria farmacêutica, a aposta é “impacto sistêmico”. Isabela Wanderley, ex-CEO da Novo Nordisk no Brasil, afirmou que o avanço dos tratamentos para obesidade tende a reduzir custos em saúde e alterar estruturalmente o consumo. Ela menciona números amplos: cerca de 30% dos brasileiros com obesidade e até 50% com sobrepeso, aumentando gastos com doenças crônicas associadas. A Novo Nordisk é conhecida por Ozempic e Wegovy e é grande produtora de insulina. Wanderley também afirmou que uma perda de cerca de 10% do peso corporal poderia aumentar a expectativa de vida em até 10 anos e reduzir em torno de 65% as internações, com relevância especial para países com sistema universal e orçamento apertado, como o Brasil. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Revolução histórica: nova IA está ajudando no diagnóstico de câncer de mama

Uma inteligência artificial chamada Transpara (da ScreenPoint Medical) apareceu em um estudo grande com um recado bem direto: dá pra achar mais tumores na mamografia sem aumentar falso positivo. Na prática, ela funciona como um segundo par de olhos para o radiologista, ajudando a priorizar o que merece atenção primeiro. Saúde preventiva com ganho de performance. Simples assim. O que ela faz quando pega a mamografia? O Transpara usa aprendizado profundo treinado em um volume enorme de exames para identificar padrões sutis que, no olho humano, podem passar batido. O pulo do gato é operacional: ele classifica os exames por risco e aponta os mais suspeitos. Resultado: o radiologista chega no caso “quente” mais rápido. ( A imagem abaixo mostra uma das etapas do processo ) O dado que mais importa No estudo MASAI (publicado na The Lancet), o uso da IA foi associado a três efeitos que chamam atenção: E tem um detalhe que passa despercebido, mas muda o custo do sistema: o estudo aponta queda de quase 50% na carga de trabalho de leitura, porque parte do volume vira triagem inteligente. E no Brasil? A tecnologia existe. O gargalo brasileiro costuma ser outro: rastreamento irregular e acesso desigual.Uma IA dessas só vira “revolução” de verdade quando entra num fluxo organizado: convocação, exame, retorno, acompanhamento. Mas tem uma janela grande aqui: modelos que combinem tecnologia + educação + parcerias para ampliar acesso e reduzir atraso no diagnóstico. Porque inovação sem adesão vira demo. Inovação com cobertura vira impacto. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Sintomas do Parkinson que surgem anos antes do diagnóstico e muita gente ignora

Quando a gente pensa em Parkinson, a imagem quase sempre é a mesma: tremor, rigidez, dificuldade de movimento. Só que a história real começa muito antes. Às vezes 10, 15 ou até 20 anos antes, com sinais sutis, espalhados pelo corpo, que raramente são conectados entre si. E é exatamente aí que mora o ponto central dessa conversa. Parar de olhar apenas para o sintoma clássico e começar a entender o padrão. O começo é silencioso e não acontece só no cérebro Pesquisadores chamam esse período inicial de fase prodrômica. É quando o corpo já está em desequilíbrio, mas o diagnóstico ainda está distante. Não é sobre cravar uma doença, e sim sobre perceber que algo mudou. Esses sinais não aparecem todos de uma vez. Eles se acumulam, se repetem e começam a formar um contexto. Quatro sinais que costumam surgir antes e quase ninguém conhece Alguns sintomas não motores aparecem muitos anos antes do Parkinson ser diagnosticado. Isolados, parecem banais. Juntos, merecem atenção. A perda de olfato é um dos mais frequentes. Estudos mostram que alterações olfativas aparecem em grande parte das pessoas que mais tarde recebem o diagnóstico. Distúrbios do sono REM também entram nesse radar. É quando a pessoa se mexe, fala ou reage fisicamente aos sonhos. Esse quadro tem forte associação com doenças neurodegenerativas ao longo dos anos. A constipação persistente é outro sinal comum. Pesquisas populacionais indicam que pessoas com constipação crônica apresentam maior risco de desenvolver Parkinson no futuro. Em alguns casos, surgem também quedas de pressão ao levantar, tonturas e sensação de desmaio, ligadas a alterações no sistema nervoso autônomo. Nenhum desses sinais, sozinho, fecha diagnóstico. Mas quando eles aparecem juntos e persistem, deixam de ser detalhe. O que acontece por dentro quando o motor começa a falhar O Parkinson envolve a degeneração progressiva de neurônios produtores de dopamina, mas o problema não se limita ao controle do movimento. O processo está ligado ao acúmulo anormal de proteínas como a alfa-sinucleína e a disfunções que afetam diferentes sistemas do corpo. Isso ajuda a explicar por que o intestino, o sono e o olfato costumam dar sinais antes das mãos. Quando os sintomas motores aparecem, uma parte significativa desses neurônios já foi perdida. Ou seja, o corpo avisou antes. Só não foi escutado. E o recado para o wellness é sobre prevenção Aqui a conversa não é sobre cura, milagre ou biohacking extremo. É sobre gestão de risco e saúde proativa. Se alguém percebe mudanças claras de padrão, como sono estranho, perda de olfato e constipação persistente, faz sentido investigar. Não para concluir algo sozinho, mas para olhar o corpo com mais atenção. Do ponto de vista de mercado, isso explica o crescimento de soluções ligadas a sono, monitoramento, saúde neurológica e longevidade. O wellness deixa de ser estética ou performance e passa a ser ferramenta de antecipação. Por que isso importa cada vez mais Projeções globais indicam que o número de pessoas vivendo com Parkinson pode ultrapassar 25 milhões até 2050, impulsionado principalmente pelo envelhecimento da população. Traduzindo: Parkinson deixa de ser um tema restrito à neurologia e passa a fazer parte da conversa sobre futuro da saúde, políticas públicas e economia do cuidado. A mensagem é simples. O corpo fala antes. A diferença está em quem aprende a escutar. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Cientistas testam ocitocina sintética para reduzir a ansiedade

Uma pesquisa da Unesp testou a carbetocina (uma versão sintética e de ação mais longa da ocitocina) e viu um efeito curioso: quando aplicada antes do estresse social, ela ajudou a evitar comportamentos de ansiedade em roedores. Ainda é modelo animal, mas é um sinal forte de que dá para mexer em circuitos de ansiedade de um jeito mais “direcionado” do que só sedar o cérebro. Mas o que os cientistas fizeram na prática? O experimento usou um modelo conhecido como “derrota social”: o animal passa por uma situação repetida de estresse social, que costuma gerar ansiedade e esquiva depois. A sacada foi dar carbetocina de forma preventiva (antes da exposição ao estresse). Resultado: os ratos tratados mantiveram comportamento exploratório mais próximo do normal, sem virar “super corajosos” ou hiperativos. Foi mais “tirar o excesso de ansiedade” do que mudar a personalidade do animal. O “botão” parece estar no córtex pré-frontal O estudo também olhou para o córtex pré-frontal medial, uma área ligada a controle emocional e tomada de decisão sob pressão. A carbetocina foi associada a aumento de receptores de ocitocina em subregiões do pré-frontal (como prelimbic e infralimbic), sugerindo um caminho biológico plausível para esse efeito. Em bom português: é como se o cérebro ganhasse mais “portas de entrada” para um sinal químico ligado a regulação de estresse, justamente numa região que ajuda a “segurar o volante” quando a emoção tenta tomar conta. Calma: isso não é “antídoto” e nem tratamento pronto É estudo em animal, então não dá para pular direto para “funciona em humanos”. Na verdade, a carbetocina já existe Mas no mundo real possui outro contexto: ela é usada como uterotônico na prevenção de hemorragia pós parto (inclusive listada na lista de medicamentos essenciais da OMS em formulação termoestável). Ou seja, uma coisa é uso obstétrico; outra é pensar em uso neuropsiquiátrico, com dose, via, alvo e segurança totalmente diferentes. E o recado para o mercado de wellness Se um dia isso virar terapia, vai precisar de triagem, monitoramento, adesão e acompanhamento de sintomas, com integração clínica. É uma ciência promissora, mas ainda é cedo para tirarmos qualquer tipo de conclusão… 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

O investimento milionário de um atleta da NFL em uma empresa que promete mudar seu sono

Quando um dos atletas mais midiáticos da NFL decide investir milhões fora dos campos, é bom prestar atenção… Travis Kelce, estrela do Kansas City Chiefs e conhecido tanto pelos títulos quanto pelos holofotes, acaba de se tornar acionista de uma empresa avaliada em US$ 1,8 bilhão. A empresa está passando por uma reestruturação completa, mas então, o que ele viu que o mercado ainda não entendeu? O timing certo para entrar onde ninguém está olhando A resposta parece estar no timing. Em um setor altamente competitivo, onde muitas empresas estão estagnadas, essa companhia está se reposicionando com a ambição de sacudir o status quo. E Kelce, que já não depende dos campos para fazer dinheiro, está apostando que o próximo grande jogo é nos bastidores do mercado. O planejamento é bem maior do que você imagina… O investimento não é apenas financeiro. Travis Kelce entra também como embaixador da marca, unindo imagem, influência e capital. Essa sinergia entre visibilidade e valuation pode ser exatamente o impulso que a empresa precisa para voltar ao radar de investidores e consumidores. Com uma base sólida e um valuation bilionário, a empresa busca virar a chave. E a entrada de um nome como Kelce traz mais que exposição: traz credibilidade, principalmente com o público mais jovem, cada vez mais conectado a ícones do esporte e do entretenimento. A Sleep Number viu no Kelce a oportunidade de “acordar” o mercado O diferencial está na narrativa. Em vez de vender apenas um produto, a marca quer se posicionar como símbolo de uma nova mentalidade: mais ousada, mais cultural, mais conectada ao comportamento. E a presença de Travis Kelce ajuda a reforçar essa transição. O jogador, que também é investidor em outras frentes, tem construído uma reputação de tomador de decisões certeiras. Seu portfólio já inclui parcerias com grandes marcas e iniciativas de impacto. Ao apostar nessa nova empresa, ele não está apenas buscando lucro, mas influência estratégica no setor. Tudo isso porque o atleta joga um jogo maior fora dos gramados. Não é coincidência que cada vez mais atletas estejam se tornando investidores, fundadores ou conselheiros de startups e grandes companhias. A diferença, no caso de Kelce, é que ele chega com timing, audiência e um claro entendimento de onde o mercado está indo. Ele decidiu apostar no processo e não no resultado imediato A empresa ainda está em fase de reestruturação, o que naturalmente envolve riscos. Mas para Kelce, o que está em jogo é maior que um resultado de curto prazo. É sobre narrativa, influência e visão de futuro. E como em qualquer grande jogo, os melhores movimentos são feitos antes de todo mundo perceber o que está acontecendo. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Conheça o primeiro acessório de respiração que detecta o estresse antes que ele comece

E se, em vez de olhar para estatísticas do seu corpo depois que algo deu errado, você fosse avisado antes de se estressar? Foi exatamente isso que levou à criação do Alveos One, um novo wearable que não apenas monitora, mas atua ao detectar os primeiros sinais de desequilíbrio no seu sistema nervoso. E ele faz isso de uma forma bem simples: prestando atenção na sua respiração Vivemos medindo tudo que conseguimos: passos, calorias, horas de sono, batimentos. Mas quase ninguém presta atenção no que alimenta tudo isso. A respiração é o volante escondido do nosso estado mental e físico. Alterar a forma como respiramos muda o estado do corpo. O problema? A maioria das pessoas só percebe isso quando já é tarde demais. O detalhe é que: o Alveos não espera o problema chegar… A maioria dos acessórios atua como um relatório. O Alveos age como um sensor de emergência. Em vez de deduzir sua respiração com base no fluxo de sangue no pulso, ele escuta a sua respiração real, direto do peito. A tecnologia usa sensores acústicos que detectam padrões sutis no som e movimento, e tudo isso é processado ali mesmo, no dispositivo, garantindo velocidade e privacidade. Mas o diferencial não para por aí. O dispositivo aprende. Ele estuda o seu padrão único de respiração e, com o tempo, se torna mais inteligente, personalizando as intervenções. E quando percebe que seu ritmo respiratório indica tensão, ele vibra suavemente. É como um toque discreto dizendo: respire, antes que o estresse tome conta. Ele consegue interromper o estresse antes mesmo dele começar Os dados que chegam tarde demais não mudam nada. Por isso, o Alveos atua no momento exato. A vibração é leve, mas suficiente para te tirar do automático. Você respira fundo. Reinicia o ciclo. Retoma o controle. É como carregar um guia invisível no peito. Um treinador de respiração, com IA, que conhece você melhor a cada dia. E seu visual que parece futurista, na verdade engana Inspirado nas pedras lisas das praias nórdicas, o Alveos One foi feito para desaparecer no corpo. Pequeno, com apenas 35g, ele se prende por um clipe magnético e some sob a roupa. Só se faz notar quando você mais precisa. O aplicativo deixa tudo melhor No aplicativo, a mesma lógica: simplicidade. Dados respiratórios ao vivo, tendências diárias, rotinas guiadas. Tudo claro, sem distrações. Um espaço digital calmo, como a função que ele cumpre. A promessa não é controlar o estresse. É antecipar, entender e interromper o ciclo, antes que algo de ruim aconteça. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Como um dos cânceres mais letais do mundo foi eliminado? A descoberta que mudará tudo…

Um estudo publicado em dezembro de 2025 testou uma estratégia diferente contra o câncer de pâncreas mais comum e agressivo. Em vez de usar um único remédio, os pesquisadores combinaram três tipos de drogas para atacar o tumor por ângulos diferentes. Em modelos pré-clínicos, o tumor regrediu e não mostrou sinais claros de resistência por meses. Mas o tumor tem um problema grave, ele sempre volta O alvo central é o KRAS, uma mutação muito comum nesse tipo de câncer. Pense no KRAS como um interruptor travado no modo ligado, dizendo para a célula crescer sem parar. Já existem drogas que conseguem mexer nesse interruptor. O problema é que o tumor costuma encontrar rotas alternativas e volta a crescer. A SACADA DO ESTUDO: FECHAR TRÊS PORTAS DE UMA VEZ E para driblar esse problema, surgiu uma nova ideia, atacar a doença por três ângulos ao mesmo tempo: 1. bloquear o KRAS diretamente 2. cortar o “combustível” que reativa a via, vindo de receptores como EGFR e HER2 3. derrubar um atalho de sobrevivência do tumor chamado STAT3 Como isso é aplicado fora do laboratório? O câncer de pâncreas tem baixa sobrevida e poucas respostas duráveis. Se o problema é a resistência cortar o benefício cedo, combinar com lógica desde o começo pode mudar como os ensaios clínicos são desenhados. Menos tentativa e erro, mais estratégia baseada em mecanismo. Só que precisamos prestar atenção em um detalhe… Tudo isso ainda é pré-clínico. Foi testado em laboratório e em animais. O salto para pacientes envolve dose segura, efeitos colaterais, interação entre drogas e escolher quem realmente tem o perfil molecular certo para se beneficiar. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui