Americanos lançam fone que monitora seu cérebro para te ajudar a dormir

Os NextSense Smartbuds querem transformar o sono em mais uma camada da era do biofeedback os fones utilizam tecnologia de eletroencefalograma conhecida como EEG para acompanhar ondas cerebrais em tempo real enquanto a pessoa dorme O foco não é só rastrear o sono A proposta vai além dos wearables tradicionais que medem movimento frequência cardíaca ou oxigenação aqui o objetivo é captar atividade cerebral diretamente durante o descanso aproximando a experiência de um monitoramento mais próximo de exames laboratoriais Além de coletar dados os Smartbuds emitem pulsos de ruído rosa um tipo de som associado ao relaxamento e à melhora da qualidade do sono a ideia é estimular fases mais profundas e restauradoras durante a noite criando uma mistura entre rastreamento e intervenção ativa Sono vira território estratégico da tecnologia O movimento reforça uma tendência clara o sono deixou de ser apenas descanso e passou a ocupar espaço central nas discussões sobre saúde performance recuperação e produtividade cada vez mais empresas tentam transformar dados biológicos em recomendações práticas para otimizar comportamento Ao colocar EEG dentro de um acessório comum a tecnologia tenta reduzir a distância entre dispositivos médicos e produtos de consumo o que antes dependia de laboratório começa a migrar para objetos usados no cotidiano Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Nova febre para emagrecer é uma pílula que ajuda a manter o peso pós caneta

Um dos maiores desafios dos medicamentos para emagrecimento não está apenas em perder peso mas em manter o resultado depois que o tratamento acaba agora um novo estudo publicado na Nature Medicine mostrou uma possível estratégia para reduzir o efeito rebote usando uma pílula diária chamada Orforglipron O problema do rebote entrou no centro da conversa Medicamentos como Ozempic e Mounjaro revolucionaram o tratamento da obesidade mas muitos pacientes recuperam parte importante do peso após interromper as aplicações isso fez a indústria começar a olhar não apenas para perda de peso mas para manutenção de longo prazo A pílula tenta ocupar esse espaço No estudo participantes que utilizaram o orforglipron por um ano após parar os injetáveis conseguiram manter mais de 70 por cento da perda de peso já o grupo que não utilizou nenhum suporte manteve entre 38 e 50 por cento dos resultados O impacto vai além da balança Os pesquisadores também observaram manutenção de melhorias em pressão arterial glicemia e perfil lipídico fatores diretamente ligados ao risco cardiovascular o que reforça que o tratamento metabólico começa a ser visto de forma mais ampla e não apenas estética O preço muda a lógica do mercado Outro ponto que chama atenção é o valor enquanto alguns medicamentos injetáveis ultrapassam US$ 1 mil por mês nos Estados Unidos o orforglipron aparece com custo próximo de US$ 149 isso pode abrir espaço para uma nova fase dos tratamentos metabólicos mais acessíveis e menos dependentes de aplicação Ainda existe uma pergunta sem resposta Mesmo com resultados promissores ainda não está claro por quanto tempo o tratamento precisará ser mantido especialistas levantam a possibilidade de uso contínuo ou até vitalício em alguns casos o que reacende a discussão sobre dependência terapêutica e sustentabilidade do modelo Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Maratona do Rio ganha um novo mascote oficial chamado “Mara”

A Maratona do Rio decidiu expandir sua identidade para além das provas e apresentou Mara a primeira mascote oficial da história do evento inspirada em uma maritaca carioca a personagem chega para representar a energia coletiva da corrida e fortalecer ainda mais a conexão emocional com a comunidade running Mascote deixa de ser detalhe e vira experiência A proposta vai além de criar um símbolo visual Mara passa a acompanhar diferentes momentos da jornada do corredor desde ativações pré prova até largadas chegadas premiações e conteúdos digitais a ideia é transformar a personagem em presença constante dentro do universo da maratona Corrida ganha narrativa própria Eventos como Maratona de Boston Maratona de Nova York e Maratona de Berlim já utilizam mascotes e elementos visuais para aumentar identificação e engajamento agora a Maratona do Rio entra nessa lógica ao transformar a corrida em uma experiência mais cultural e emocional adidas amplia coleção e reforça lifestyle running Ao mesmo tempo a adidas lançou a maior coleção já criada para o evento desde o início da parceria em 2022 a linha inclui modelos como Adizero Adios Pro 4 Adizero EVO SL Supernova Rise 3 e Adizero Drive RC todos inspirados nas cores do nascer do sol carioca Running deixa de ser só performance O movimento reforça uma mudança importante no mercado corrida hoje não é apenas esporte é identidade comunidade estética e experiência as marcas começam a entender que o corredor quer participar de algo maior do que apenas completar quilômetros Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Teste genético para identificar risco de câncer de mama chega ao SUS

O Sistema Único de Saúde vai passar a oferecer um teste genético de alta precisão para mulheres com câncer de mama a tecnologia identifica mutações hereditárias nos genes BRCA1 e BRCA2 alterações ligadas ao aumento de risco para câncer de mama e ovário O tratamento deixa de ser igual para todo mundo O exame utiliza sequenciamento de nova geração conhecido como NGS e ajuda a entender se o tumor possui origem hereditária isso muda completamente a lógica do tratamento porque permite direcionar terapias mais específicas e criar estratégias preventivas mais personalizadas O impacto vai além da paciente Quando uma mutação hereditária é identificada a informação também passa a ter valor para a família parentes podem descobrir riscos antes mesmo do aparecimento da doença e começar protocolos de acompanhamento preventivo mais cedo Terapias mais precisas entram no radar Pacientes com alterações nos genes BRCA podem se tornar elegíveis para tratamentos específicos como os inibidores de PARP medicamentos desenvolvidos justamente para tumores com esse perfil genético sem o teste essa possibilidade muitas vezes passa despercebida Medicina de precisão começa a chegar na rede pública Até agora exames desse tipo estavam concentrados principalmente na saúde privada com custos que podiam chegar a milhares de reais a incorporação pelo SUS marca um avanço importante da chamada medicina de precisão onde o tratamento é definido também pelas características genéticas do paciente e do tumor O desafio agora é estrutural Apesar do avanço especialistas alertam que a estrutura de oncogenética no Brasil ainda é limitada o país possui poucos geneticistas clínicos e muitos hospitais públicos ainda não têm equipes treinadas ou fluxo adequado para aconselhamento genético e acompanhamento familiar Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Anvisa aprova novo remédio que ajuda a tratar psoríase e doença de Crohn

A Anvisa aprovou o medicamento Yesintek como nova alternativa para tratamento de doenças inflamatórias e autoimunes como psoríase artrite psoriásica doença de Crohn e colite ulcerativa o movimento amplia o acesso a terapias biológicas em um mercado que cresce rapidamente O que muda na prática O Yesintek é um biossimilar do Stelara isso significa que ele demonstrou equivalência em qualidade segurança e eficácia em relação ao medicamento original seguindo critérios regulatórios definidos pela Anvisa na prática biossimilares costumam aumentar concorrência e criar novas possibilidades de acesso para pacientes Tratamento vai além da pele Apesar de ser muito associado à psoríase o ustequinumabe também atua em doenças inflamatórias intestinais e articulares o medicamento aprovado poderá ser utilizado em adultos e crianças acima de 6 anos dependendo da condição clínica especialmente em casos onde tratamentos convencionais não tiveram resposta adequada Terapias biológicas seguem avançando Os medicamentos biológicos transformaram o tratamento de doenças inflamatórias nas últimas décadas ao atuar diretamente em mecanismos específicos do sistema imunológico eles conseguem reduzir inflamação e melhorar qualidade de vida de pacientes com quadros moderados e graves Mercado de biossimilares ganha força O avanço de biossimilares vem se tornando estratégico para sistemas de saúde no mundo inteiro porque amplia disponibilidade de tratamentos de alta complexidade e pode reduzir custos ao longo do tempo principalmente em doenças crônicas que exigem uso contínuo Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Quais são os melhores carboidratos para te ajudar a emagrecer?

Quando o assunto é emagrecimento muita gente ainda associa automaticamente certos alimentos a escolhas melhores mas na prática o contexto muda bastante dependendo da quantidade preparo e densidade calórica alguns alimentos considerados vilões acabam tendo menos calorias do que opções vistas como fitness O pão francês não é o problema que muita gente imagina Um pão francês de cerca de 50 gramas tem aproximadamente 150 calorias e pode tranquilamente fazer parte de uma rotina alimentar equilibrada o problema geralmente não está no pão isolado mas no excesso e nos acompanhamentos Tapioca ganhou fama saudável mas tem alta densidade calórica A tapioca virou símbolo fitness nos últimos anos mas 100 gramas podem ultrapassar 240 calorias o que coloca ela acima de alimentos como arroz feijão mandioca e até pão francês em termos energéticos isso não transforma a tapioca em vilã mas quebra a ideia de que saudável significa automaticamente menos calórico Batata inglesa talvez seja uma das mais injustiçadas A batata inglesa aparece com cerca de 52 calorias por 100 gramas sendo uma das opções menos calóricas da lista além disso é versátil acessível e possui boa saciedade o problema normalmente surge na forma de preparo principalmente frituras em excesso Feijão continua sendo um dos alimentos mais completos Com cerca de 77 calorias por 100 gramas o feijão entrega fibras vitaminas minerais e boa capacidade de saciedade além de ajudar no funcionamento intestinal quando combinado com arroz forma uma das combinações nutricionais mais eficientes da alimentação brasileira Abóbora lidera pela baixa densidade calórica A abóbora cabotiá aparece como destaque com cerca de 48 calorias por 100 gramas o alimento tem alta quantidade de água fibras e carotenoides o que ajuda na saciedade com baixo impacto calórico Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Comer bananas durante a menstruação pode ajudar a aliviar sintomas

A banana ganhou espaço nas conversas sobre alimentação e saúde menstrual por conter nutrientes ligados ao relaxamento muscular humor e redução de desconfortos durante a menstruação mas o efeito não acontece de forma mágica e depende do contexto da alimentação como um todo Magnésio entra no centro da discussão O nutriente mais associado a esse efeito é o magnésio estudos mostram que ele pode ajudar a reduzir cólicas ao atuar no relaxamento muscular e diminuir a produção de prostaglandinas substâncias ligadas às contrações uterinas dolorosas em um estudo publicado no PubMed mulheres com dismenorreia que utilizaram 200 mg de citrato de magnésio apresentaram redução significativa da dor pélvica e menor necessidade de analgésicos Potássio e vitamina B6 também ajudam Além do magnésio a banana fornece potássio que auxilia no relaxamento muscular e pode ajudar na sensação de inchaço outro ponto importante é a vitamina B6 associada à regulação de neurotransmissores como serotonina o que pode influenciar humor e sintomas da TPM Fibras entram como apoio As fibras presentes na fruta também ajudam no funcionamento intestinal algo relevante porque muitas mulheres relatam aumento de desconforto abdominal e alterações intestinais durante o período menstrual Mas banana sozinha não resolve tudo Existe um ponto importante a quantidade de magnésio presente em uma banana é relativamente pequena cerca de 27 mg por unidade enquanto os estudos que mostraram melhora nas cólicas utilizaram doses entre 200 e 300 mg isso significa que a banana pode contribuir mas dificilmente funciona sozinha como tratamento principal O que fica A fruta pode fazer parte de uma estratégia alimentar mais equilibrada e anti inflamatória mas o principal ponto é entender que sintomas menstruais também têm relação com sono alimentação estresse inflamação e estilo de vida no fim não existe alimento milagroso mas existem combinações que ajudam o corpo a funcionar melhor Fonte: “Investigation of laboratory and clinical characteristics of primary dysmenorrhea comparison of magnesium and oral contraceptive use in treatment” publicado no CureusPMID: 36600872DOI: 10.7759/cureus.32028 Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

ASICS lança campanha de beleza focada no brilho pós-exercício

A ASICS entrou de só no mercado de beleza com a campanha “Get the Glow”, desafiando frontalmente a indústria de skincare. A mensagem é direta e provocativa: o verdadeiro brilho não vem de um pote de creme, mas do bem-estar gerado pelo movimento. A iniciativa posiciona a atividade física como principal ferramenta para uma pele saudável e uma mente equilibrada. Afinal, qual é o segredo do brilho? Enquanto as buscas online pelo termo “glow” cresceram 43% no último ano, a ASICS subverteu a lógica do mercado. A marca trocou os filtros e as rotinas de beleza por uma proposta mais autêntica: a beleza que nasce do suor. Com a hashtag #ASICSGetTheGlow, atletas como a tenista Belinda Bencic, influenciadores e pessoas comuns mostram seus rostos pós-treino, sem maquiagem e sem retoques. A aposta se baseia em dados de um estudo da própria marca, que revelou que apenas 15 minutos de exercício já são suficientes para melhorar o humor e dar à pele um brilho natural e visível. Muito além do tênis: a estratégia por trás da corrida Essa jogada é um claro reposicionamento estratégico. Alinhada à sua filosofia “Mente Sã em Corpo São”, a ASICS deixa de vender apenas produtos para abraçar um estilo de vida completo. A marca se insere de vez em uma conversa sobre saúde integral, onde bem-estar físico e emocional são indissociáveis. Ao valorizar experiências genuínas, a campanha fortalece a conexão emocional com consumidores que não buscam apenas desempenho, mas também um senso de comunidade e proteção. O futuro do bem-estar é integrado “Get the Glow” é mais do que uma campanha; é uma tendência da crescente convergência entre fitness, beleza e bem-estar. A ASICS não apenas acordos uma tendência cultural, mas a usou para ditar o ritmo do mercado, desafiando o status quo. A lição para o setor é clara: as marcas que entendem que o bem-estar começa de dentro para fora e devem traduzir isso em produtos e comunicação autênticos sairão na frente. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Estudo comprova que açaí pode proteger o cérebro de adolescentes

Esqueça a ideia de que o açaí sirva apenas como energia para o pré-treino. Uma nova pesquisa revela seu potencial como um poderoso neuroprotetor, com efeitos diretos na redução da ansiedade e da depressão, especialmente durante a adolescência. O superfood brasileiro está se consolidando como um jogador sério no universo do bem-estar cerebral. Mas como esse superpoder funciona? A mágica acontece graças à alta concentração de compostos bioativos, como as antocianinas, que dão a cor roxa característica ao fruto. Esses fitoquímicos funcionam como um verdadeiro escudo para o cérebro, aumentando a atividade de enzimas antioxidantes. Na prática, eles combatem o estresse oxidativo – um tipo de “ferrugem” celular associada a transtornos emocionais – em áreas-chave para a regulação do humor e cognição, como o córtex pré-frontal, a amígdala e o hipocampo. O estudo em ratos adolescentes mostrou que o consumo do suco de açaí não apresenta apenas comportamentos ansiosos e depressivos, como também fortaleceu as defesas neurais sem alterar a locomoção, diminuindo um efeito focado e não sedativo. Do laboratório para o mercado: qual o impacto real? Os resultados abrem uma avenida de oportunidades no mercado de bem-estar. A adolescência é uma fase de alta vulnerabilidade para o desenvolvimento de transtornos mentais, e ter um alimento funcional com essa capacidade protetora é um divisor de águas. A descoberta impulsionou o desenvolvimento de bebidas e suplementos focados em saúde mental, um nicho que não para de crescer. Empresas do setor já podem vislumbrar a criação de extratos patenteados de açaí, posicionando o fruto como uma alternativa natural e eficaz para a neuroproteção. Embora a pesquisa seja pré-clínica e mais estudos em humanos sejam necessários, o recado é claro: o açaí tem credenciais para ir muito além da tigela. Ele se posiciona como um ingrediente estratégico na intersecção entre nutrição, tecnologia e saúde mental, provando que o futuro do bem-estar pode, sim, estar na natureza. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Treinar no frio queima até 83% de gordura a mais do que treinar no calor

Um estudo publicado no Journal of Applied Physiology mostrou que exercícios intervalados de alta intensidade realizados no frio aumentaram significativamente a oxidação de gordura durante o treino quando comparados ao mesmo protocolo em temperatura ambiente em alguns momentos a diferença chegou perto de 83 por cento O frio força o corpo a gastar mais gordura Os pesquisadores colocaram participantes para realizar sessões de HIIT tanto em ambiente neutro quanto em ambiente frio a 0 graus durante o exercício o corpo dos participantes expostos ao frio utilizou mais gordura como fonte de energia mesmo sem aumento no gasto calórico total Mais gordura usada não significa resultado automático Apesar do aumento agudo na queima de gordura os efeitos metabólicos no dia seguinte não foram tão positivos os pesquisadores observaram respostas menos favoráveis em marcadores ligados à glicose e metabolismo pós refeição o que mostra que o cenário é mais complexo do que apenas queimar mais gordura durante o treino O corpo reage ao frio como mecanismo de sobrevivência Parte desse efeito acontece porque o organismo precisa trabalhar mais para manter a temperatura corporal estável e isso altera a forma como utiliza combustível energético especialmente durante exercícios intensos Frio não é atalho mágico O estudo não mostra que treinar no frio automaticamente emagrece mais nem que ambientes gelados sejam superiores para todos os objetivos o principal achado está na mudança aguda do metabolismo energético durante a sessão e não necessariamente em benefícios sustentados de composição corporal O que fica O treino no frio reforça como o ambiente também influencia a resposta do corpo ao exercício no fim não é só o que você faz mas o contexto em que o corpo precisa responder ao estímulo Fonte: “High intensity interval exercise in the cold regulates acute and postprandial metabolism” publicado no Journal of Applied PhysiologyPMID: 33270513DOI: 10.1152/japplphysiol.00384.2020 Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/