24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Retatrutide: a nova aposta da Eli Lilly para dominar o mercado de bem-estar

A Eli Lilly acaba de colocar uma nova e poderosa carta na mesa do controle de peso, e ela pode mudar o jogo. Seu medicamento de próxima geração, o retatrutide, está entregando resultados que fazem a concorrência parecer ultrapassada: uma perda de peso média de até 24% em estudos clínicos. E o bônus? Ele também demonstrou aliviar dores articulares em pacientes com osteoartrite, conectando diretamente a gestão de peso com a melhora na qualidade de vida. Qual é o segredo por trás dessa potência? Enquanto concorrentes como o Wegovy (Novo Nordisk) atuam em um hormônio e o Zepbound (da própria Lilly) em dois, o retatrutide eleva o padrão com um mecanismo de ação triplo. A injeção semanal atua simultaneamente sobre três hormônios chave na regulação do apetite e gasto energético — GLP-1, GIP e glucagon. Essa abordagem multialvo não só suprime o apetite, mas também potencializa a queima de gordura, o que explica sua eficácia superior. Os números impressionam, mas e os efeitos colaterais? Os dados são claros: em 48 semanas, alguns pacientes perderam até 24,2% do peso corporal, e 100% dos participantes em doses mais altas alcançaram uma redução de pelo menos 5%. No entanto, o sucesso tem um preço. Cerca de 18% dos participantes de um estudo descontinuaram o uso devido a efeitos colaterais, principalmente náuseas e desconfortos gastrointestinais, um desafio comum para essa classe de medicamentos. A gestão desses riscos e a comunicação transparente serão cruciais para a adesão ao tratamento. A corrida de US$ 100 bilhões pelo futuro do wellness Com o mercado global de tratamentos para obesidade projetado para atingir US$ 100 bilhões, a Eli Lilly está posicionando o retatrutide como o pilar central de seu portfólio. A aposta é uma resposta direta à forte concorrência da Novo Nordisk e reforça uma tendência clara: a inovação contínua é a única forma de liderar. Com mais sete estudos de fase três a serem divulgados até 2026, a empresa busca consolidar sua liderança científica e comercial. O retatrutide não é apenas sobre emagrecimento; é sobre uma abordagem mais completa da saúde metabólica. Ao oferecer benefícios que vão além da balança, a Eli Lilly não está apenas vendendo um medicamento, mas redefinindo as fronteiras do que a inovação farmacêutica pode fazer pelo nosso bem-estar. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Live Cushy™ e a nova fronteira do active skincare: quando cuidar da pele vira parte do treino

No cruzamento entre performance e autocuidado, a Live Cushy™ está construindo um território que, por muito tempo, passou despercebido: o da pele como ferramenta de performance. A marca, criada pelos amigos e maratonistas Adam Saks e Ben Parens, nasceu da frustração compartilhada por milhares de atletas, conviver com assaduras, desconforto e produtos “esportivos” repletos de ingredientes tóxicos que não entregavam o que prometiam. Depois de anos em que o melhor disponível eram fórmulas agressivas, sintéticas ou simplesmente ineficientes, os fundadores decidiram que atletas mereciam algo mais alto nível. Assim surgiu a tese que move a empresa: autocuidado não é cosmético, é parte da performance. A marca que inaugurou o conceito de “Active Skincare” Enquanto alimentos, suplementos e até roupas técnicas passaram por uma revolução “clean”, o cuidado da pele dos atletas continuava preso no passado. A Live Cushy™ entrou justamente nessa lacuna. A marca chama sua proposta de Active Skincare: produtos desenvolvidos para quem se movimenta, treina, corre, pedala, viaja e vive ao ar livre, levando em conta que mais de 60% do que aplicamos na pele é absorvido pelo corpo. Se atletas são exigentes com combustível, hidratação e recuperação, o mesmo rigor deveria valer para o que vai na pele. Com fórmulas 100% naturais, orgânicas e não tóxicas, a Live Cushy™ combina princípios do skincare com necessidades reais de desempenho: reduzir atrito, proteger a pele, aumentar conforto e permitir que o corpo vá mais longe sem distrações. Um produto simples e uma tese poderosa O primeiro produto da marca, um anti-chafe totalmente orgânico, foi apenas o “capítulo zero” dessa visão. Mas o que realmente colocou a Live Cushy™ no radar da comunidade foi a ideia maior:repensar todo o ritual de cuidado do atleta, desde a pele até a recuperação, com a mesma seriedade que se dedica a treinos, suplementos ou tênis novos. Para corredores, ciclistas e aventureiros, isso significa algo direto: menos química, menos atrito, menos irritação — e mais foco no que importa. Para a indústria, é um lembrete de que existe um espaço enorme entre o skincare comum e o universo de performance, que até agora ninguém estava ocupando. Por que os atletas abraçaram a marca A Live Cushy™ fala com uma nova geração de atletas que sabem que performance não é só planilha, pace ou watt. É sono, é digestão, é humor e sim, é pele também. É a lógica de quem vê a rotina de treino como autocuidado. E a rotina de autocuidado como parte do treino. A marca se tornou referência justamente por isso: por entregar conforto, segurança e impacto sem comprometer o corpo com ingredientes que não fazem sentido para quem treina para se tornar mais saudável. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Novo estudo revela: danos metabólicos na juventude já deixam marcas no cérebro

Por muito tempo, acreditou-se que a relação entre metabolismo e cérebro só começava a importar na meia-idade, quando lapsos de memória e declínio cognitivo ficam mais visíveis. Mas uma pesquisa da Arizona State University acaba de desafiar essa linha do tempo e de forma contundente. Os pesquisadores encontraram sinais precoces de estresse neuronal em jovens de 20 a 30 anos com obesidade, indicando que os caminhos biológicos ligados ao Alzheimer podem começar décadas antes dos primeiros sintomas. O metabolismo e a memória estão conectados O estudo analisou amostras de sangue de 30 adultos jovens: metade com peso saudável, metade com obesidade. O que chamou atenção foi o biomarcador analisado, o NfL (Neurofilamento de Cadeia Leve), considerado um alerta inicial para neurodegeneração. Os resultados foram claros: Os pesquisadores também avaliaram marcadores inflamatórios, enzimas hepáticas, sensibilidade à insulina e níveis de colina. O padrão se repetiu: mais inflamação, mais estresse hepático e menos colina. E mais: ao comparar esses resultados com amostras de idosos diagnosticados com Alzheimer, a mesma combinação apareceu — baixa colina ligada a NfL elevado. A hipótese é forte: algumas rotas biológicas que levam ao Alzheimer podem ser ativadas muito antes do que imaginamos, especialmente em pessoas com disfunção metabólica. Por que a colina importa tanto A colina é um nutriente essencial para o funcionamento saudável do fígado, da estrutura das membranas celulares, o controle da inflamação, a produção de acetilcolina, neurotransmissor fundamental para memória e aprendizagem. Apesar disso, até 90% da população americana não atinge a ingestão recomendada.No estudo, jovens com obesidade tinham níveis de colina drasticamente menores, associados a inflamação, resistência à insulina e maior NfL. Outro ponto crítico: mulheres apresentaram níveis ainda mais baixos, o que levanta preocupação, já que o Alzheimer afeta mulheres de forma desproporcional. GLP-1, nutrição e o risco de deficiências Os autores alertam que medicamentos como Ozempic e Mounjaro, que reduzem o apetite, podem levar à ingestão insuficiente de nutrientes essenciais, incluindo colina. Para quem usa essas terapias, monitorar a dieta é ainda mais importante. O que isso significa para sua saúde hoje 1. O cérebro sente o impacto do metabolismo desde cedo O recado do estudo é direto: cuidar da saúde metabólica aos 20, 30 e 40 anos pode ter impacto duradouro na prevenção de doenças neurodegenerativas. 2. Colina precisa entrar no radar Boas fontes incluem: ovos, peixes, frango, soja, leguminosas, brócolis, couve-flor e couve-de-bruxelas. 3. Inflamação e resistência à insulina também são problemas do cérebro Hábitos que preservam sensibilidade à insulina: treino de força, proteínas distribuídas ao longo do dia, refeições ricas em fibras e sono de qualidade, podem proteger o cérebro no longo prazo. A conclusão O estudo não afirma que obesidade ou baixa colina causam Alzheimer. Mas mostra que esses fatores estão profundamente interligados por meio de vias inflamatórias e metabólicas que já podem estar ativas muito antes do que se imaginava. A boa notícia?São fatores modificáveis. Colina adequada, estilo de vida anti-inflamatório e saúde metabólica consistente podem construir o terreno biológico que sustentará um cérebro mais protegido nas próximas décadas. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

REP Fitness entra no mercado de suplementos com a Purist

A REP Fitness, conhecida por seus equipamentos de academia para casas e centros comerciais, decidiu dar um passo além do ferro: acaba de lançar a Purist, sua própria marca de nutrição esportiva. A proposta é clara, suplementos com rótulos curtos, fórmulas diretas e testes rigorosos, feitos para quem quer desempenho sem abrir mão de transparência. Nutrição com o mesmo padrão do equipamento Segundo o cofundador Ryan McGrotty, a motivação veio de uma lacuna evidente: consumidores que treinam com equipamentos de alto desempenho querem suplementos no mesmo nível. “Percebemos a necessidade de uma nutrição mais limpa e inteligente, com o padrão que nossa comunidade já espera dos nossos produtos”, afirma McGrotty. “Purist foi criada para pessoas como nós — pais, profissionais, atletas que se importam com movimento, com o que colocam no corpo e com como vão performar amanhã.” Todos os suplementos da linha passaram por testes laboratoriais independentes e contam com certificação NSF for Sport, selo que garante pureza e ausência de substâncias proibidas. Além disso, toda a linha é plastic neutral, compensando o equivalente ao plástico utilizado. O que traz a primeira leva da Purist A Purist estreia com quatro produtos essenciais para quem treina força, endurance ou apenas quer manter uma rotina consistente de bem-estar. Cada fórmula foi construída com a lógica do “somente o necessário”, sem corantes, adoçantes artificiais ou ingredientes decorativos. O whey protein isolado entrega 25g de proteína por porção, com perfil completo de aminoácidos essenciais e foco absoluto em digestibilidade. O pré-treino traz 175mg de cafeína, beta-alanina, citrulina malato, taurina e nootrópicos para foco, tudo sem açúcar. O mix de hidratação oferece mais de 800mg de eletrólitos por dose, pensado para treinos intensos e climas quentes. Já a creatina chega na forma Creapure, padrão ouro do mercado, combinada a Chromax para suporte metabólico e composição corporal. “O foco da Purist é a transparência”, explica Connor Shehan, vice-presidente de nutrição. “Eliminamos o supérfluo para entregar fórmulas limpas e eficazes. Cada ingrediente tem um propósito e todos os produtos são testados pelos mesmos atletas e comunidades que confiam na REP dentro da academia.” Força dentro e fora do ginásio A entrada em nutrição acontece num momento estratégico para a REP Fitness, que surfou o boom da musculação e se expandiu para a Europa, além de preparar lançamentos de novos equipamentos e ampliar sua linha de apparel. Agora, com a Purist, a marca quer ocupar o espaço completo do ecossistema de performance: da carga na barra até o combustível no shaker. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Tecnologia de escaneamento corporal potencializa o cuidado com o GLP-1.

A Bodd, startup australiana conhecida pelos seus scanners corporais 3D, acaba de dar um salto estratégico. A empresa levantou A$ 15 milhões (US$ 10 milhões) para acelerar a expansão global e já alcança um valuation de US$ 73 milhões ao mergulhar de vez no universo da saúde e do bem-estar. De ajuste de roupa a check-up em 90 segundos O que começou como uma solução para varejo de moda virou infraestrutura biométrica.Hoje, os scanners da Bodd capturam dados de alta fidelidade em menos de 90 segundos, incluindo: É literalmente um “check-up instantâneo” que dispensa ambiente clínico e leva avaliação corporal para o dia a dia. A empresa já levantou US$ 25 milhões no total, e o próximo passo mira um mercado enorme: monitoramento de peso, com previsão de entrada em farmácias em 2026 para oferecer dados precisos a pacientes em uso de GLP-1, um público que precisa acompanhar composição corporal com regularidade. A biometria saiu da clínica e está invadindo o cotidiano A tendência é clara: exames de última geração estão se tornando infraestrutura para academias, centros de longevidade e clínicas estéticas. O movimento inclui: A lógica é simples: quanto mais dados, mais precisão e quanto mais acessível essa tecnologia, maior o potencial de prevenção. A próxima fronteira da saúde personalizada Com a convergência entre perda de peso, cuidados preventivos e performance, scanners corporais de alta tecnologia estão deixando de ser uma curiosidade futurista e se tornando parte real da rotina de saúde. A Bodd surge nesse contexto como uma das marcas que podem moldar a próxima era da biometria personalizada: menos suposições, mais dados, decisões melhores e tudo isso em menos de dois minutos. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Estimulação cerebral reconfigura cuidados de saúde mental

A Radial, clínica americana que combina psiquiatria moderna com tecnologias de neuromodulação, acaba de anunciar um aporte de US$ 50 milhões para ampliar seu modelo de cuidado, uma aposta forte em terapias avançadas, personalizadas e, principalmente, não invasivas. Um novo modelo de cuidado mental Em vez de depender apenas de consultas e medicação, a Radial integra abordagens tradicionais com ferramentas de ponta, como: O objetivo é simples: entregar alívio rápido e eficaz para quadros como depressão, ansiedade e TEPT, usando métodos aprovados pelo FDA e cobertos por seguro, algo raro no universo da inovação terapêutica. Hoje, a marca opera cinco clínicas nos EUA, com equipes multidisciplinares e infraestrutura digna de referência em biohacking clínico. Como a tecnologia funciona na prática A estrela do protocolo da Radial é a EMT, técnica que envia pulsos magnéticos para reativar áreas do cérebro que ficam “desligadas” em casos de depressão resistente. Sessões duram cerca de 30 minutos, são indolores e têm eficácia comprovada após quatro semanas de tratamento. A clínica utiliza: É a união de psiquiatria, neurociência e biohacking aplicada. Olhando adiante À medida que aumenta a demanda por alternativas menos invasivas e com menos efeitos colaterais que os antidepressivos tradicionais, a neuromodulação começa a sair do nicho e entrar no mainstream da saúde mental. Com investimento robusto e foco em escala, a Radial se posiciona como um dos nomes que devem moldar o futuro desse setor, onde estímulos cerebrais precisos, personalizados e sem internação podem se tornar tão comuns quanto consultas de rotina. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Smartphones estão ligados à depressão e à obesidade em jovens.

O futuro das crianças está em jogo e o smartphone virou um dos protagonistas desse debate. Uma nova pesquisa publicada na revista Pediatrics traz um alerta importante: crianças que ganham um smartphone aos 12 anos têm maior risco de desenvolver depressão, obesidade e distúrbios de sono na adolescência. E o dado mais preocupante: quanto mais cedo o aparelho chega, maior o impacto. Uso cresce cedo e sem regras claras Hoje, apenas 23% das crianças abaixo de 12 anos têm um smartphone próprio. Mas a maioria já usa um — seja dos pais, da escola ou de um irmão mais velho. Mesmo com 86% dos responsáveis impondo algum tipo de limite para telas, a verdade é que essas regras raramente são seguidas na prática, ampliando a exposição a conteúdos inadequados, ciclos de dopamina, noites mal dormidas e o risco de dependência digital. A resposta do mercado: tecnologia menos viciante Diante desse cenário, uma nova leva de produtos tenta corrigir um problema criado pela própria tecnologia. É uma tentativa de voltar ao essencial: dar às crianças ferramentas que ajudam, sem sequestrar atenção ou alterar comportamento. O ponto central A discussão não é apenas sobre quando uma criança deve ter um smartphone, mas sobre como ela vive ao redor dele. O estudo reforça que estamos diante de um problema de saúde pública. Depressão, sedentarismo e noites mal dormidas não são efeitos colaterais “modernos”: são sinais de um ambiente que está ultrapassando a capacidade biológica dos jovens. Resumo Dispositivos mais seguros são um passo importante. Mas, no fim das contas, estilos de vida mais equilibrados e exemplos dentro de casa são mais poderosos do que qualquer controle parental.Enquanto não encararmos isso de frente, seguimos terceirizando a formação emocional e física de crianças para um feed infinito. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Adidas entra no fitness híbrido e transforma a ATHX em esporte global

O fitness híbrido acaba de ganhar um novo peso-pesado. A Adidas fechou uma parceria global de quatro anos com a ATHX Games, competição de condicionamento físico funcional nascida no Reino Unido, acelerando sua expansão internacional e colocando a categoria de vez no mapa do esporte mundial. ATHX vira plataforma global Antes restrita a quatro eventos no Reino Unido, a ATHX agora entra em modo turbo. Com o apoio da gigante alemã, a competição já planeja mais de 11 eventos pela Europa e um avanço estratégico para EUA, Oriente Médio e Ásia-Pacífico. A parceria também chega com novidades no formato: a partir de 2026, a ATHX passa a adotar provas que integram força, resistência e condicionamento metabólico, com treinos progressivos pensados tanto para iniciantes quanto para atletas avançados. A intenção é criar um esporte acessível, escalável e competitivo ao mesmo tempo. Um movimento global em ascensão A chegada da Adidas não acontece no vácuo. O fitness híbrido virou fenômeno cultural e está formando uma nova geração de atletas amadores. O maior exemplo é o HYROX. A modalidade, que deve atingir 1,3 milhão de participantes nesta temporada, já está em 85 cidades de 30 países, e acaba de ampliar seu acordo de vestuário com a PUMA. Nos Estados Unidos, o Life Time LT Games retorna em 2026 após estrear com ingressos esgotados. Paralelamente, academias e estúdios estão adotando o lema “fitness como esporte”, criando corridas internas, desafios, ligas e ciclos de treinamento que transformam seus alunos em atletas, e suas unidades em verdadeiros centros de competição. O que isso significa para o mercado O movimento da Adidas legitima de vez a ATHX e mostra que o fitness híbrido está deixando de ser nicho para se tornar uma categoria esportiva global. O setor está vivendo um “momento CrossFit 2013”, mas com escala muito maior — porque agora o público não quer só treinar, quer competir, medir evolução, pertencer a uma comunidade e testar performance no mundo real. Em resumo Se HYROX abriu o caminho, a decisão da Adidas de apostar na ATHX indica o próximo capítulo:o fitness híbrido não é tendência, é o novo esporte global. E a corrida por quem vai liderar essa categoria já está oficialmente em andamento. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Oura agora quer virar o seu “LifeOS”

A Oura deixou claro na Web Summit: o futuro do anel inteligente vai muito além de monitorar sono e recuperação. Em vez de focar apenas em saúde, a empresa está pavimentando o caminho para algo bem mais ambicioso, tornar-se uma plataforma de identidade digital e pagamentos no cotidiano. Do bem-estar à autenticação biométrica No palco do evento, o CEO Tom Hale explicou que a Oura está investindo em tecnologias de chaves digitais, carteiras e sistemas de identidade que usem biometria para reconhecer quem é você — e liberar acesso ao que antes dependia de senha, cartão ou crachá. Não é um salto no escuro: desde 2020 a empresa vem comprando peças importantes desse quebra-cabeça.Primeiro, adquiriu a Motiv, fabricante de anéis inteligentes com patentes ligadas à autenticação. Depois, em 2023, comprou a Proxy, especialista em identidade digital. O resultado? A Oura já tem a base tecnológica para transformar o anel em chave de acesso universal. O desafio agora é de engenharia: colocar tudo isso em um dispositivo minúsculo sem perder bateria, precisão ou conforto. Muito além da saúde preventiva Com mais de 5,5 milhões de dispositivos vendidos e uma receita que passa de US$ 1 bilhão, a Oura já domina o território da saúde preventiva. Sua plataforma se expande ano após ano — integrando dados de laboratórios, sincronizando com sensores contínuos de glicose como o Dexcom e oferecendo acompanhamentos contínuos por IA. A novidade é que esse ecossistema pode se fundir ao mundo real:entrar no escritório sem crachá, pagar sem carteira, abrir portas sem chave, validar identidade sem documentos. Tudo no mesmo anel que já acompanha seu sono. O movimento é estratégico e ousado Enquanto boa parte dos wearables ainda disputa terreno no monitoramento de saúde, a Oura mira algo maior: construir um LifeOS, um sistema operacional pessoal que vive no seu dedo e se integra ao seu dia a dia de maneira invisível. É um passo alinhado ao que gigantes de tecnologia buscam: um futuro menos dependente de telas, com experiências fluidas e autenticação contínua. Em resumo A Oura está deixando de ser apenas “o anel do sono”. Está se posicionando como a próxima chave, carteira e identidade digital, usando o wearable para muito mais do que medir passos ou batimentos. Se der certo, a pergunta não vai ser mais “qual wearable você usa?”E sim: “o que o seu wearable destranca?” Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Fit-Talk #5 O cara que transformou a praia em academia

Os bastidores de Marcus Moraes, fundador da Mude Wellness. FICHA RÁPIDA DO EPISÓDIO Convidado: Marcus Moraes Empresa: Mude Wellness Função: Fundador & CEO Duração: 30 minutos Tema central: Wellness urbano • Rotina inteligente • Disciplina 6 PRINCIPAIS INSIGHTS DO EPISÓDIO 1) Cidade é academia, se você souber enxergar Marcus vê espaço público como ferramenta de saúde: praia, praça, parque. A Mude nasceu dessa visão e hoje transforma ambientes urbanos em pontos de treino gratuitos e acessíveis. 2) Força é longevidade Para ele, músculo é o maior seguro de vida. Mantém treinos de força com intervalos longos, foco em qualidade e perna como prioridade porque “a velhice começa pelas pernas”. 3) Sono é base de tudo Depois de estudar Matthew Walker, reorganizou a vida: 7h30 mínimas, zero cafeína após as 14h, quarto gelado, banho quente à noite. A testosterona dele subiu naturalmente de 450 para 750. 4) Jiu-jitsu como filosofia de gestão A lógica do tatame, resistir à pressão ou manter a pressão, guia negociações com governos, licenças, burocracia e construção da Mude. 5) Medir é melhorar O Oura Ring se tornou seu painel de controle: readiness, HRV, temperatura, sono. Ele ajusta nutrição, treino e hidratação com base nos dados. 6) Brasil já é potência global de wellness Com Smart Fit, Wellhub, Mude e um ecossistema criativo de marcas, segundo Marcus, o país já lidera o cenário mundial, faltando apenas elevar o padrão no segmento de wellness de luxo. 6 FRASES QUE VALEM O PRINT “A doença entra pela boca e a velhice pelas pernas.” (falando sobre nutrição e treino de força como pilares de longevidade) “Disciplina te leva a lugares invisíveis.” (falando sobre constância como vantagem competitiva em wellness) “Eu como para não ficar doente e faço musculação para não ficar velho.” (explicando sua filosofia simples de saúde) “No jiu-jitsu, ou você aguenta a pressão, ou mantém a pressão até o outro bater.” (sobre tomada de decisão em ambientes difíceis) “Quem quer olhar saúde precisa olhar açúcar no sangue, pressão e sono.” (sobre métricas essenciais para qualquer pessoa) “Saúde é ter tempo. Tempo de saúde.” (definindo o que realmente importa no fim das contas) ROTINA INTELIGENTE DO CONVIDADO Corpo Nutrição Mente Sono Ferramentas REFERÊNCIAS CITADAS NO EPISÓDIO Livros Pessoas mencionadas Marcas / Empresas Apps / Ferramentas Onde assistir o Fit-Talk? O Fit-Talk vai ao ar toda segunda no Spotify e no YouTube da FitFeed, trazendo conversas diretas e práticas sobre rotinas inteligentes e os bastidores de quem vive o bem-estar na vida real. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/