O própolis faz parte da rotina de saúde de milhões de brasileiros há décadas.
Aparece no cházinho da vovó, na farmácia do bairro, na gôndola do mercado.
Mas poucos sabem que o organismo aproveita apenas uma fração do que ingere.
A própolis é uma substância altamente resinosa, suas moléculas são grandes, instáveis e difíceis de absorver. O composto passa pelo sistema digestivo e boa parte dos ativos vai embora antes de chegar às células. O consumidor paga pelo produto, mas recebe menos do que ele poderia oferecer.
Esse limite existe há décadas e o mercado simplesmente aprendeu a conviver com ele.
Foi exatamente nesse ponto que a APISVIDA decidiu inovar
O que a ciência tem a dizer?
A própolis verde brasileiro é reconhecido como o mais estudado do mundo, só na base de dados científica PubMed são mais de 700 estudos publicados documentando suas propriedades antimicrobianas, antioxidantes, anti-inflamatórias e imunomoduladoras.
É exatamente esse ponto que a nanotecnologia veio resolver.
Ao reduzir as partículas do ativo à escala nanométrica, a tecnologia permite que os compostos atravessem as barreiras biológicas com muito mais eficiência, biodisponibilidade, estabilidade, e aproveitamento real pelo organismo.
A indústria brasileira que foi buscar a solução na universidade
A APISVIDA carrega mais de 32 anos no setor apícola e uma trajetória que começa ainda em 1958, quando a família fundadora iniciou sua relação com as abelhas.
Com esse domínio sobre as matérias-primas, a empresa se fez uma pergunta que o mercado ainda não tinha respondido: como fazer a própolis entregar, de verdade, tudo que contém?
A resposta veio de uma parceria com pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e com anos de desenvolvimento criaram a Nanoprópolis, primeiro suplemento de própolis produzido com nanotecnologia do mundo.
A tecnologia utiliza nanoestruturas lipídicas que encapsulam os ativos da própolis verde e aumentam em até 400% a eficácia em relação aos extratos de própolis convencionais.
Sem álcool, sem glúten, com liberação prolongada e absorção máxima. Um produto que, também, pode ser consumido por toda a família, incluindo gestantes e pessoas com restrição ao álcool, algo que os extratos tradicionais não permitem.
Em 2025, a Nanoprópolis foi premiada em primeiro lugar no Naturaltech Awards na categoria de inovação do ano.
Natureza e ciência nunca foram opostos. A ciência existe para entender a natureza e para ajudar o organismo a se beneficiar dela de forma mais completa.
A pergunta que fica é: Se a nanotecnologia te permite consumir um suplemento de própolis de alta absorção, faz sentido continuar com a versão que entrega menos?