Americana lança barra de proteina que ajuda na menstruação

Fundada por Sandra Bendraou, coach de saúde hormonal que passou anos lidando com os próprios desequilíbrios, a marca nasce com uma proposta clara: uma barra diária desenhada para apoiar equilíbrio hormonal, TPM e saúde do ciclo menstrual. O que tem dentro A base começa padrão performance: 12g de proteína vegetal e 8g de fibra prebiótica. Mas o diferencial está no stack de micronutrientes. A fórmula foi pensada para atravessar as quatro fases do ciclo menstrual, não apenas os dias mais estáveis. Entram também adaptógenos como ashwagandha, além de uma proposta clean label: não transgênica, adoçada com mel orgânico e sem álcoois de açúcar ou aditivos artificiais. Em um mercado saturado de barras high protein genéricas, o foco aqui é hormonal. A marca estreia com três sabores: Um novo ângulo dentro do wellness feminino O mercado de suplementos femininos cresce, mas ainda é dominado por cápsulas e pós. Uma barra funcional pensada especificamente para saúde menstrual ocupa um espaço estratégico entre alimento e suplemento. Por anos, nutrição esportiva ignorou variações hormonais como variável relevante. Bish entra justamente nessa lacuna.
Ambulâncias do SAMU para pets são anunciadas em Minas Gerais

Belo Horizonte anunciou a ampliação do Complexo Público Veterinário da cidade e, na prática, está organizando um novo modelo de saúde animal com três frentes integradas: o Complexo Médico Veterinário, a UBS Animal e o SAMUVET, um serviço móvel de urgência e emergência médico veterinária. O que muda no dia a dia é simples de entender: mais estrutura, mais capilaridade e mais chance de o animal ser atendido a tempo, principalmente em casos de urgência. Três frentes e um sistema mais organizado O novo desenho integra atendimento clínico em base fixa, atenção básica e resposta rápida na rua. Complexo Médico Veterinário entra como o núcleo mais estruturado para atendimentos e procedimentos. UBS Animal funciona como porta de entrada e acompanhamento, organizando demanda e reduzindo lotação desnecessária em atendimentos mais complexos. SAMUVET é o diferencial: atendimento móvel para situações urgentes em vias públicas e também em residências, com unidades circulando pela cidade. Capacidade sobe de 45 para 75 atendimentos por dia Com a reestruturação, a capacidade diária anunciada passa de 45 para 75 atendimentos. É um salto que parece pequeno no papel, mas muda a fila real, especialmente quando falamos de população vulnerável que depende do serviço público para cuidar de animais de companhia. O complexo, localizado no bairro Madre Gertrudes, já realizou cerca de 50 mil atendimentos. Agora a rede ganha um motor novo para escalar. Mais investimento e uma mensagem política clara O prefeito Álvaro Damião afirmou que o investimento da Prefeitura voltado à causa animal aumentou de R$ 395 mil para R$ 625 mil já no primeiro ano de mandato. O secretário municipal de Meio Ambiente, João Paulo Menna Barreto, posicionou a ampliação como uma mudança de qualidade e organização do fluxo, com impacto na cidade inteira.
EMS anuncia doação de remédios para vítimas das chuvas em Minas

As chuvas que atingiram Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata Mineira, deixaram rastro de destruição. E quando a água baixa, começa outra fase crítica: garantir acesso a medicamentos e manter o sistema local de saúde funcionando. A EMS, maior indústria farmacêutica do Brasil e 100% nacional, anunciou um pacote de apoio às vítimas e aos parceiros locais. A iniciativa inclui doação de medicamentos, água e alimentos, além do perdão de dívidas de farmácias parceiras nas duas cidades. Reposição integral de estoques Além da ajuda humanitária direta, a empresa informou que fará a reposição integral dos estoques de medicamentos comprometidos pelas enchentes. Na prática, isso significa ajudar farmácias atingidas a retomarem suas operações o mais rápido possível. Em cenários de desastre, manter o fluxo de remédios básicos pode ser tão urgente quanto garantir abrigo e alimentação. Segundo a companhia, o objetivo é assegurar que a população continue tendo acesso a tratamentos essenciais durante o período de reconstrução. O impacto para a saúde local Quando farmácias fecham por perda de estoque, a cadeia de cuidado é interrompida. Pacientes crônicos ficam sem medicação. Tratamentos são suspensos. Emergências se agravam. Ao perdoar dívidas e repor medicamentos, a EMS atua não apenas na assistência emergencial, mas na sustentação do sistema de atendimento primário dessas cidades. O vice presidente Marcus Sanchez afirmou que a empresa busca agir com responsabilidade e agilidade para apoiar tanto famílias quanto empreendedores locais. Mais do que filantropia Em momentos de crise climática cada vez mais frequentes, a resposta corporativa deixa de ser apenas reputacional e passa a ser estrutural. A indústria farmacêutica ocupa um ponto estratégico na linha de frente da saúde pública. Garantir acesso contínuo a medicamentos em cenários de enchente é parte da engrenagem de resiliência urbana.
Homem mais velho do mundo revela aos 112 anos o segredo da longevidade

O homem mais velho dos Estados Unidos hoje tem 111 anos. O nome dele é Luis Cano. Nasceu em 9 de dezembro de 1914, em Andes, Antioquia, na Colômbia, e atravessou guerras, crises, migração e transformações tecnológicas que a maioria de nós só viu em livro. Ele passou a ser reconhecido como o homem mais velho do país após a morte de Eugene Baltes em 2024. A rotina que atravessou um século Cano emigrou para os Estados Unidos em 1990 com a esposa, Alicia Arango. Depois da morte dela, em 2004, foi morar em Nova Jersey com duas filhas. Hoje vive uma rotina tranquila, marcada por descanso e convivência familiar. Em entrevista à LongeviQuest, ele resumiu sua trajetória de um jeito simples: hábitos positivos e disciplina ao longo da vida. Família como pilar emocional Casado desde 1948, ele teve dez filhos, onze netos, cinco bisnetos e dois tataranetos. Quando falamos de longevidade, a conversa quase sempre gira em torno de dieta e exercício. Mas rede social forte e vínculo familiar consistente aparecem repetidamente em histórias de supercentenários. Antes de emigrar, Cano empreendeu na Colômbia e fundou uma frota de ônibus que operava em áreas rurais. Trabalho físico, responsabilidade diária, rotina ativa. Ele manteve atividade física regular até os 105 anos. Não estamos falando de planilha periodizada. Estamos falando de movimento como parte natural da vida. Alimentação simples, sem exageros Ele nunca fumou. Nunca bebeu álcool. Sua dieta, segundo ele próprio, sempre foi baseada principalmente em vegetais, feijões e abacate. Alimentos simples com pouco processamento, um padrão alimentar estável ao longo das décadas. Em um mundo que muda dieta a cada trend, ele manteve o básico por mais de um século. A expectativa média de vida gira em torno de 77 anos na Colômbia e 79 nos Estados Unidos. Ultrapassar os 110 anos é estatisticamente raro. Existem poucos supercentenários vivos. Entre eles estão nomes como Naomi Whitehead, com 115 anos, e Edwin Martin, também com 111. Luis Cano entra para esse grupo pequeno que desafia a curva demográfica. O que essa história realmente ensina A narrativa da longevidade costuma ser sedutora. Mas quase sempre volta aos mesmos pilares:
Brasil cria primeira regra para controlar a IA na medicina; entenda

A inteligência artificial entrou no consultório, mas não entrou sozinha. O Conselho Federal de Medicina publicou a primeira norma específica para uso de IA na prática médica no Brasil. E o recado é claro: IA é ferramenta de apoio, a decisão humana precisa continuar por trás de tudo. A resolução entra em vigor em 180 dias e estabelece um marco ético para o uso da tecnologia no cuidado em saúde. IA não substitui médico O texto deixa explícito que sistemas de IA podem apoiar decisões clínicas, gestão em saúde, pesquisa e educação médica. Mas não podem substituir o julgamento profissional. O médico não é obrigado a seguir recomendações automáticas.A tecnologia não pode limitar a autonomia profissional.A palavra final é sempre do médico. A norma ainda reforça que as soluções apresentadas pelos modelos de IA não são soberanas e exigem supervisão humana obrigatória. Diagnóstico não pode ser comunicado por máquina Um dos pontos mais sensíveis da resolução é direto ao ponto. É proibido delegar à IA a comunicação de diagnósticos, prognósticos ou decisões terapêuticas sem mediação humana. Ou seja, nada de paciente receber diagnóstico crítico direto de um sistema automatizado. Além disso, o paciente deve ser informado quando a IA for utilizada como apoio relevante no seu atendimento. E mais: ele pode recusar o uso da tecnologia. Consentimento e transparência viram regra. A responsabilidade continua sendo do médico Mesmo usando sistemas avançados, o profissional permanece integralmente responsável pelos atos praticados. O uso de IA não substitui o Código de Ética Médica.Falhas exclusivamente atribuíveis ao sistema não geram responsabilização indevida, desde que o médico tenha agido com diligência.Riscos e falhas precisam ser comunicados às instâncias competentes. E tem mais: o uso de IA deverá ser registrado em prontuário. IA passa a ter classificação de risco A norma cria quatro níveis de risco para sistemas de IA: baixo, médio, alto e inaceitável. A classificação leva em conta impacto nos direitos fundamentais, sensibilidade dos dados, grau de autonomia do sistema e criticidade do contexto clínico. Instituições públicas e privadas terão que fazer avaliação prévia antes de implementar qualquer tecnologia. Hospitais terão que criar Comissão de IA Hospitais que desenvolverem ou utilizarem sistemas próprios precisarão criar uma Comissão de IA e Telemedicina, subordinada à diretoria técnica e coordenada por médico. Essa comissão será responsável por governança, monitoramento contínuo, auditoria e garantia de uso ético e seguro. A fiscalização ficará a cargo dos Conselhos Regionais de Medicina. A resolução reforça a necessidade de cumprir rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados. Uso de dados para treinamento ou validação de sistemas precisa seguir princípios éticos, científicos e padrões de segurança da informação. Modelos que não garantam proteção adequada a dados sensíveis simplesmente não poderão ser utilizados. Na prática, as mudanças serão:
Número de pessoas obesas no Brasil cresceu 118% nas últimas décadas

Entre 2006 e 2024, o número de adultos com obesidade cresceu 118%, segundo dados do Vigitel 2025, levantamento do Ministério da Saúde que monitora fatores de risco para doenças crônicas. O pior é que os dados não vêm sozinho. No mesmo período: Estamos falando de doenças crônicas não transmissíveis que caminham juntas, pressionam o sistema de saúde e reduzem qualidade de vida. O retrato é interessante. A atividade física de deslocamento, aquela caminhada até o trabalho ou uso de bicicleta para ir e voltar, caiu de 17% em 2009 para 11,3% em 2024. Ou seja, estamos nos movendo menos no dia a dia. Por outro lado, a prática de atividade física moderada no tempo livre subiu e chegou a 42,3%. O brasileiro até está tentando treinar mais, mas o estilo de vida ficou mais sedentário fora da academia. E quando o gasto energético diário cai, o peso sobe. Alimentação estável, mas longe do ideal O consumo regular de frutas e hortaliças ficou estável em torno de 31% da população, não piorou, mas também não melhorou. Num cenário de alta de obesidade e diabetes, estabilidade não resolve. Pela primeira vez, o Vigitel trouxe dados nacionais também sobre o sono da população. A prevalência é maior entre mulheres. Sono curto e fragmentado não é só cansaço, ee altera hormônios ligados à fome, aumenta risco metabólico e piora controle glicêmico. Quando você cruza isso com sedentarismo e alimentação mediana, o resultado aparece na balança e nos exames. Qual foi a resposta do governo? Diante do cenário, o Ministério da Saúde lançou a estratégia Viva Mais Brasil, uma mobilização nacional focada em promoção da saúde e prevenção de doenças crônicas. Serão R$ 340 milhões em políticas de atividade física, com destaque para a retomada da Academia da Saúde, que deve receber R$ 40 milhões ainda em 2026. Hoje o país tem 1.775 unidades do programa, com expectativa de credenciar mais 300 até o fim do ano. O custeio por serviço pode chegar a R$ 10 mil, dependendo da estrutura e da equipe. A aposta é clara: mais espaços públicos com orientação profissional vinculada à atenção básica. 118% é um número que mostra uma tendência cultural que está aparecendo Mais comida ultraprocessada, mais tela, menos deslocamento ativo, mais estresse, menos sono. O ambiente mudou mais rápido do que nossa biologia consegue acompanhar. E aqui está o ponto central: obesidade não é só decisão individual. É desenho de cidade, cultura alimentar, jornada de trabalho, acesso a informação e infraestrutura de saúde.
SoulCycle anuncia protetores de ouvido para usar na academia

Se você já saiu de uma aula de bike com o ouvido apitando, você sabe do que estamos falando. A diferença é que agora isso virou pauta oficial e a Loop, marca belga de earplugs, fechou parceria com a SoulCycle e passou a disponibilizar o modelo Experience 2 em estúdios da rede nos Estados Unidos. A proposta é simples e provocativa: proteger sua audição sem matar a música Aulas da SoulCycle são construídas em cima de música alta, imersiva e ritmada. Faz parte da experiência. Só que exposição prolongada a altos decibéis pode gerar dano auditivo cumulativo. E quase ninguém está pensando nisso no meio do sprint final. O modelo Experience 2 reduz o som em mais de 17 dB, mas mantém clareza. A batida continua forte, a voz do instrutor segue nítida, mas o impacto no ouvido diminui. O encaixe foi pensado para não sair do lugar quando você levanta do selim ou acelera a cadência. Por que essa parceria importa? Academias e estúdios são um ponto cego quando o assunto é proteção auditiva. Em shows, usar protetor já virou quase padrão. No fitness, não. E aqui está o ponto estratégico: em vez de esperar que o aluno lembre de levar o próprio protetor, a solução está no próprio estúdio. A CEO da SoulCycle, Evelyn Webster, enquadrou isso dentro do conceito de wellness holístico. Se a indústria fala tanto de recuperação, longevidade e performance sustentável, proteger a audição faz parte do pacote. É um daqueles ajustes pequenos que parecem detalhe, mas que conversam direto com o discurso de saúde a longo prazo. Onde adquirir? Os Loop Experience 2 estão disponíveis em estúdios selecionados da SoulCycle em estados como Nova York, Califórnia, Texas e Flórida, além do site da marca e do site da SoulCycle.
Senado aprova avaliação obrigatória para médicos exercerem a profissão

O “OAB da Medicina” avançou no Senado e agora vai pra Câmara A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou a criação de uma prova nacional obrigatória para médicos recém-formados conseguirem o registro profissional. O texto passou por 12 votos a 8, em caráter terminativo na comissão, e segue agora para a Câmara dos Deputados. Como funciona a nova prova? O exame foi batizado de Exame Nacional de Proficiência em Medicina (Profimed) e, pelo texto aprovado, será aplicado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) pelo menos duas vezes por ano. A proposta é avaliar conhecimento teórico e habilidades práticas. A regra é simples: passou, pede o registro e pode atender. Não passou, não pode atender pacientes, mas ainda pode atuar em atividades técnicas ou de pesquisa, desde que com autorização do conselho regional. A exigência vale para quem concluir a graduação após a lei entrar em vigor. Ou seja, não é retroativo. Ficam fora do Profimed: O debate pegou fogo num ponto específico: “por que criar mais uma prova se já existe o Enamed?” Parte dos senadores defendeu que a avaliação deveria ser feita pelo MEC, por meio do Enamed, que foi criado para medir a qualidade dos cursos de medicina. Teve argumento de duplicidade, emenda proposta e tudo, mas as sugestões foram rejeitadas. A linha vencedora foi a do relator: Enamed olha para a instituição e para a formação como sistema; o Profimed seria para olhar direto para o profissional antes de ele ganhar o carimbo do registro. O empurrão político veio junto dos resultados recentes do Enamed, que mostraram uma parcela relevante de cursos com desempenho considerado insuficiente. Na primeira edição, entre 351 instituições com participantes, 24 ficaram com conceito 1 e 83 com conceito 2, faixas em que a média de acertos não passou de 60%. O projeto não trata só de prova. Ele também prevê: O que vem agora? Agora é Câmara. E aí o jogo muda: pode andar rápido, pode travar, pode voltar diferente. Mas a mensagem já está dada: a discussão sobre qualidade de formação em medicina saiu do bastidor e entrou na pauta grande, com um símbolo forte na mesa: um exame obrigatório para registro.
Jovens de hoje tem o mesmo nível de ansiedade que pacientes psiquiátricos dos anos 50

Crianças “normais” hoje relatam mais ansiedade do que pacientes psiquiátricos infantis nos anos 1950 Essa frase parece exagero. mas não é. Duas grandes meta análises publicadas no Journal of Personality and Social Psychology, da American Psychological Association, analisaram dados de milhares de crianças e universitários entre 1952 e 1993 e encontraram um salto consistente nos níveis de ansiedade ao longo das décadas. O dado que mais chama atenção é direto: crianças comuns dos anos 1980 relataram mais ansiedade do que crianças internadas em serviços psiquiátricos nos anos 1950. O que exatamente foi medido? O estudo analisou o que os psicólogos chamam de trait anxiety, uma tendência relativamente estável de ser mais propenso à ansiedade ao longo da vida. Diferente da ansiedade de estado, que é aquela reação temporária diante de uma situação específica. Foram avaliadas 170 amostras de universitários americanos, somando mais de 40 mil estudantes, e 99 amostras de crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos, totalizando mais de 12 mil participantes. O resultado foi consistente nas duas populações: aumento significativo nos níveis de ansiedade ao longo das décadas. Os autores chegaram a chamar o período de “era da ansiedade”. Por que a ansiedade aumentou? A pesquisadora Jean M. Twenge, da Case Western Reserve University, aponta dois fatores centrais associados ao aumento: menor conexão social e maior percepção de ameaça ambiental. Durante o período analisado, os Estados Unidos passaram por aumento nas taxas de divórcio, crescimento do número de pessoas vivendo sozinhas e queda na confiança interpessoal. Mais autonomia. Mais individualismo. Menos sensação de pertencimento. Ao mesmo tempo, aumentaram as ameaças percebidas. Violência urbana. Medo de guerra nuclear. Surgimento da AIDS. E uma cobertura midiática cada vez mais intensa reforçando a sensação de risco constante. Segundo a autora, autonomia pode trazer liberdade e oportunidades. Mas também pode gerar isolamento, vulnerabilidade e maior ativação constante do sistema de alerta. O estudo também levanta um alerta importante. Ansiedade tende a preceder depressão. Ou seja, se os níveis de ansiedade sobem de forma estrutural, é plausível esperar aumento nos casos de depressão nas décadas seguintes. O mesmo vale para abuso de álcool e drogas, já que transtornos ansiosos frequentemente antecedem o uso de substâncias. Existe ainda um impacto físico. Pessoas ansiosas apresentam maior risco de problemas como asma, síndrome do intestino irritável, úlceras, doenças inflamatórias intestinais e doença coronariana. Ansiedade não é só mental. Ela é biológica. O estudo termina em 1993. Algumas ameaças ambientais diminuíram desde então, como taxas de criminalidade e medo de guerra nuclear. Mas a conexão social não se recuperou de forma significativa. Divórcios caíram um pouco, mas o número de pessoas vivendo sozinhas continua alto e os níveis de confiança interpessoal seguem baixos. A conclusão da autora é simples e quase desconfortável: enquanto as pessoas não se sentirem seguras e conectadas, a ansiedade tende a permanecer elevada. Fonte: APA ( Associação Americana de Psicologia )
Adidas lança seu primeiro tênis híbrido de elite para academia e corrida

Existe um tipo de treino que virou o novo normal: você corre, levanta peso e ainda precisa trocar de direção como se estivesse num videogame. E aí vem o dilema clássico: ou você usa um tênis estável de treino e sofre pra correr, ou vai de tênis de corrida e sente que tá em cima de um colchão na hora de agachar. A adidas decidiu atacar exatamente esse buraco e lançou o Adizero Dropset Elite, um modelo pensado para o chamado atleta híbrido, que transita entre CrossFit, HYROX e treinos funcionais que misturam força, velocidade e resistência. Nos últimos anos, os tênis de corrida ficaram mais altos e volumosos, buscando eficiência e conforto. Já os de levantamento seguem na outra ponta: solado mais baixo, firme e estável. O Dropset Elite tenta ser a ponte entre esses dois mundos. E o recado da adidas é simples: velocidade sem perder controle. O que a adidas misturou? A fórmula é literalmente um “crossover” interno. Da família Adizero, ele herda a proposta de leveza e performance, com geometria mais agressiva pra você não sentir que está arrastando o pé quando precisa correr.Da linha Dropset, ele puxa o foco em base estável e suporte para treino, incluindo a palmilha Footadapt, feita pra acompanhar o pé em transições rápidas e mudanças de direção. Tração e estabilidade, do jeito que prova híbrida exige O solado vem com borracha Continental e um padrão fino pensado para aderência e transições controladas, inclusive em superfícies clássicas de competição híbrida, como carpet, além do ambiente de box e academia. No pacote de estabilidade, entra também o Energy Rim, uma estrutura que “abraça” o perímetro do tênis e guia o movimento do pé, adicionando firmeza no calcanhar e retropé quando o treino vira caos. O endosso: HYROX já está usando A adidas desenvolveu o modelo com atletas do circuito e já colocou gente grande pra testar, incluindo nomes do HYROX. A marca também cita a estreia do tênis em Melbourne, quando Tim Wenisch venceu a HYROX Elite 15 (mas aqui vale lembrar: endosso é endosso, não é estudo clínico). Quando chega? O lançamento global está marcado para 18 de março. Em alguns mercados, ele chega depois em datas específicas.Para Brasil, a melhor forma é acompanhar as atualizações de disponibilidade em canais locais e varejistas que cobrem esses drops