Postar vídeo nas redes sociais afeta a saúde mental de quem cria conteúdo

Recentemente estive em Anaheim na Califórnia para a VidCon a maior conferência do ano para criadores de vídeo em redes sociais Eu produzo conteúdo para YouTube e Instagram para a STAT então já participei da VidCon algumas vezes mas este ano me impressionou a quantidade de programação dedicada à saúde mental dos criadores de conteúdo Já abordei anteriormente as implicações do consumo de vídeos em redes sociais para a saúde mental mas fiquei interessado em entender melhor a saúde mental de quem se expõe diariamente nas redes muitas vezes para públicos de milhões de pessoas No STATus Report desta semana conversei com Andy Neal criador de conteúdo do Instagram cuja vida mudou da noite para o dia quando um vídeo que ele postou alcançou dezenas de milhões de visualizações também conversei com Shira Laraz criadora de conteúdo e fundadora da Creators 4 Mental Health organização que defende melhores proteções à saúde mental para criadores de conteúdo Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Adoçantes artificiais podem atrapalhar no seu metabolismo e intestino

Uma nova revisão científica reacendeu o debate sobre os efeitos dos adoçantes artificiais na saúde ao analisar os principais estudos disponíveis pesquisadores concluíram que esses produtos podem estar associados a alterações no metabolismo de adultos especialmente em indicadores ligados ao controle da glicose e à ação da insulina O trabalho reuniu evidências de 21 ensaios clínicos randomizados com adultos e observou que o consumo de adoçantes não nutritivos quando comparado ao consumo de água ou placebo esteve relacionado ao aumento dos níveis de insulina em jejum e da hemoglobina glicada HbA1c marcador usado para acompanhar o controle da glicose no sangue ao longo do tempo os pesquisadores também identificaram uma tendência de redução da sensibilidade à insulina Os autores destacam que os adoçantes artificiais foram desenvolvidos para substituir o açúcar sem adicionar calorias mas novas evidências sugerem que eles podem não ser metabolicamente neutros como se acreditava anteriormente uma das hipóteses é que essas substâncias influenciem a microbiota intestinal e mecanismos envolvidos na regulação do metabolismo Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
O uso excessivo de analgésicos para tratar enxaqueca pode afetar seu cérebro

O alívio rápido que pacientes com enxaqueca crônica encontram em analgésicos pode, com o tempo, acabar piorando as próprias crises segundo estudo publicado no The Journal of Headache and Pain em março pesquisadores apontam que o uso frequente desses medicamentos está associado a alterações em estruturas cerebrais ligadas à memória controle motor e processamento visual O estudo analisou imagens cerebrais de 63 mulheres divididas em três grupos com enxaqueca crônica com enxaqueca associada ao uso excessivo de medicamentos e grupo controle saudável usando ressonância magnética multimodal que combina diferentes tipos de imagens cerebrais os pesquisadores identificaram diferenças marcantes entre os grupos Nas pacientes que faziam uso excessivo de analgésicos o volume da substância cinzenta era significativamente menor no giro para-hipocampal esquerdo ligado à memória e regulação emocional e no giro occipital médio direito associado à atenção visual também foi observada menor integridade da substância branca e redução da atividade espontânea no putâmen estrutura ligada ao controle motor e à aprendizagem Segundo o neurologista Tiago de Paula membro da International Headache Society e da Sociedade Brasileira de Cefaleia esses medicamentos não tratam a doença de forma efetiva quanto mais remédios se toma menos eles funcionam e mais dor se sente caracterizando a cefaleia por uso excessivo de medicamentos A análise mostrou que quanto mais frequente era o uso de analgésicos maior era a atividade conjunta entre o putâmen e outras regiões cerebrais como lobo frontal e giro cingulado essa comunicação exagerada entre áreas pode contribuir para manter ou até intensificar as crises de enxaqueca ao longo do tempo Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Canetas emagrecedoras podem ajudar a combater vício de drogas e álcool

Nos últimos anos, medicamentos como semaglutida e liraglutida, usados no tratamento do diabetes e da obesidade, ficaram conhecidos no mundo todo por ajudar na perda de peso e na melhora da saúde metabólica. Mas alguns pacientes relataram não apenas menos fome, mas também menor vontade de beber álcool, fumar ou consumir outras substâncias, e esse efeito vem sendo investigado pela ciência. Pesquisas sugerem que esses medicamentos, chamados agonistas do receptor de GLP-1, podem influenciar o comportamento ligado à dependência química. Eles imitam um hormônio natural que regula glicose, apetite e saciedade, mas também atua em regiões do cérebro ligadas ao sistema de recompensa, o mesmo envolvido no vício de álcool, nicotina e outras drogas. Quando alguém consome substâncias que provocam dependência, ocorre liberação de dopamina associada ao prazer, e os agonistas do GLP-1 podem reduzir essa resposta, diminuindo o impulso por recompensas imediatas. Estudos observacionais mostraram que pacientes que usam essas medicações apresentam menor risco de desenvolver problemas relacionados ao álcool, nicotina, opioides, cannabis e cocaína, além de menos internações e complicações associadas ao uso dessas substâncias. Ensaios clínicos iniciais indicam que a semaglutida reduziu o desejo por álcool, a quantidade ingerida em cada ocasião e o número de episódios de consumo excessivo, principalmente em pessoas com obesidade. Pesquisas similares estão sendo conduzidas para tabagismo, dependência de opioides e outras drogas. Apesar do potencial, é importante destacar que esses medicamentos não são aprovados para tratar dependência química. As agências regulatórias ainda não autorizam esse uso, não há definição de dose ideal e o tratamento de vícios é complexo, envolvendo fatores biológicos, psicológicos e sociais. O acompanhamento clínico, terapia e suporte social continuam essenciais. O que essas observações indicam é que medicações inicialmente criadas para metabolismo podem afetar mecanismos biológicos do desejo e da compulsão, abrindo novas perspectivas para a abordagem da dependência. Essa descoberta também já tem impacto indireto na indústria, com marcas de bebidas alcoólicas adaptando produtos e oferecendo alternativas sem álcool, refletindo mudanças nos hábitos de consumo de um público que busca menos volume e mais qualidade. Ricardo Cohen, head do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e ex-presidente da Federação Internacional de Cirurgia da Obesidade e Doenças Metabólicas, reforça que os efeitos sobre comportamento de dependência ainda estão sendo investigados e podem apontar caminhos importantes para a medicina no futuro. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
O exercício físico é um dos principais remédios para tratar artrite e artrose

Uma nova revisão científica reacendeu o debate sobre os efeitos dos adoçantes artificiais na saúde ao analisar os principais estudos disponíveis os pesquisadores concluíram que esses produtos podem estar associados a alterações no metabolismo de adultos especialmente em indicadores ligados ao controle da glicose e à ação da insulina O trabalho reuniu evidências de 21 ensaios clínicos randomizados com adultos e observou que o consumo de adoçantes não nutritivos comparado ao consumo de água ou placebo esteve relacionado ao aumento dos níveis de insulina em jejum e da hemoglobina glicada HbA1c marcador utilizado para acompanhar o controle da glicose no sangue ao longo do tempo os pesquisadores também identificaram uma tendência de redução da sensibilidade à insulina Os autores destacam que os adoçantes artificiais foram desenvolvidos para substituir o açúcar sem adicionar calorias mas novas evidências sugerem que eles podem não ser metabolicamente neutros como se acreditava anteriormente uma das hipóteses é que essas substâncias influenciem a microbiota intestinal e mecanismos envolvidos na regulação do metabolismo Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
A proteína passou décadas presa dentro de um shaker, longe da comida de verdade.

Sempre foi o mesmo ritual: medir o pó, misturar com água, beber antes do treino e seguir em frente. Sabor de baunilha ou chocolate, textura artificial, um gesto que acontecia à parte da refeição. Com o tempo, consumir proteína virou sinônimo de um produto específico, para um momento específico, voltado a um público específico. Quem treinava, na academia, no pré-treino. Tudo menos a mesa de casa. Enquanto isso, a comida que o brasileiro realmente come todo dia, o arroz, o feijão, a sopa, a carne, seguia fora dessa conversa. Por que a proteína saiu da cozinha? Essa é a pergunta incômoda que estava no centro de tudo. O problema nunca foi a proteína em si, e sim o formato em que ela vinha. Um suplemento que não cabe na cozinha real, com rótulos cheios de ingredientes impronunciáveis e uma lógica que parecia desenhada para excluir, não para incluir. Para dar certo, exigia um novo hábito, um momento separado, uma rotina à parte. E manter um hábito que não conversa com a vida real é difícil. Para muita gente, o shake virou obrigação. A obrigação virou abandono. No fim, ficou uma distância estranha entre duas coisas que deveriam andar juntas: a proteína e o prato. O que os dados mostram O mercado começou a perceber esse descompasso, e o movimento de 2026 vai justamente na direção contrária ao shaker. O primeiro pó de proteína processado surgiu em 1952, feito para fisiculturistas, e durante décadas a categoria ficou trancada nesse nicho. Agora ela está saindo dele. Especialistas já chamam 2026 de o ano da dieta “protein first”, em que a proteína deixa de ser um suplemento avulso e passa a ser pensada dentro da comida do dia a dia. Os números acompanham. Segundo a SPINS, alimentos e bebidas do cotidiano com 15g ou mais de proteína já movimentam cerca de US$ 4,9 bilhões, perto de 70% do tamanho da categoria tradicional de suplementos. A leitura do setor é direta: como resumiu um executivo da indústria de ingredientes, a proteína está virando “a base, não o rótulo de destaque”, algo que se constrói dentro do alimento em vez de aparecer como um produto à parte. Há ainda um alerta que reforça o ponto. Nutricionistas lembram que pós e shakes são, por definição, ultraprocessados e classificados como suplementos, não como comida, e que não entregam as vitaminas e os minerais de uma refeição de verdade. No Brasil, onde dados da NielsenIQ mostram que 49% de quem mudou hábitos recentemente passou a consumir mais proteína, a pergunta deixa de ser quanta proteína consumir e passa a ser de onde ela vem. A marca que devolveu a proteína para a cozinha Foi exatamente nesse vão que a Salty Way nasceu. E a pergunta que deu origem a tudo não veio de um departamento de marketing, mas de um consultório. A Dra. Ana Luísa, médica especialista em metabolismo complexo e nutrição clínica, via a mesma cena se repetir no dia a dia: pacientes que precisavam de mais proteína, mas não davam conta de manter o shake, o pó e a rotina paralela que o mercado exigia. A comida de verdade seguia ali, no prato, ignorada por uma indústria que só olhava para o shaker. Faltava alguém para fazer a ponte entre o rigor do consultório e a mesa de casa. Ela não estava sozinha nessa missão. Ao seu lado vieram outras três mulheres com trajetórias complementares: uma especialista em tecnologia de alimentos e clean label, uma gestora que enxergou um movimento onde havia um produto e uma empreendedora que faz questão de que a saúde caiba na vida real. Juntas, criaram uma categoria que ainda não existia, batizada por elas de proteína salgada culinária. A proposta é simples e um tanto óbvia, dessas que fazem pensar por que ninguém tinha feito antes. Em vez de mais um shake, uma proteína que entra direto no que já está no prato. No arroz, no feijão, na sopa, no molho. Não para substituir a refeição, mas para deixá-la mais nutritiva sem mudar o sabor nem a rotina. Por trás da ideia simples, há formulação séria, e é aqui que a bagagem clínica da Dra. Ana Luísa pesa. Foi ela quem fez questão de que cada grama chegasse ao prato com a mesma seriedade com que uma orientação chega ao consultório. A base é uma proteína de levedura que entrega 32g de proteína por porção de 40g e alcança, segundo a marca, PDCAAS 1.0, a nota máxima do padrão internacional que mede qualidade proteica, o mesmo nível do whey e da clara de ovo. A lista é clean label de verdade: zero lactose, zero glúten, zero açúcar e zero alérgenos, somada a ferro natural, vitaminas do complexo B e um pós-biótico para a saúde intestinal. O sabor é umami, o tal gostinho de comida de vó, que se integra à comida em vez de disputar com ela. E há um detalhe que a marca não trata como campanha, e sim como motivo de existir. Parte da renda de cada lata vendida é destinada a nutrir crianças e idosos em situação de vulnerabilidade pelo país. A lógica cabe em uma frase: se eu como, todos comem. A proteína passou mais de setenta anos tentando se encaixar na rotina das pessoas por fora. A provocação da Salty Way é virar a chave e fazer o caminho contrário. Afinal, se o arroz já está no prato, por que não um arroz mais proteico? E se a proteína nunca tivesse precisado sair da cozinha? Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Inscrições abertas para o 2° Vitafor Awards

Premiação é uma forma de reconhecimento e valorização de profissionais que apresentam casos clínicos que transformam vidas através da nutrição e da medicina. Eventos deste ano será no Teatro Municipal de São Paulo com concerto Candlelight. Estão abertas as inscrições para a segunda edição do Vitafor Awards, premiação nacional criada pela Vitafor® Group para reconhecer e dar visibilidade a casos clínicos reais de médicos, nutricionistas e outros profissionais da saúde. Neste ano, os vencedores serão anunciados em uma cerimônia exclusiva no Teatro Municipal de São Paulo, que contará com uma apresentação especial do concerto Candlelight, entre outras atrações. Os profissionais de saúde interessados têm até o dia 5 de julho de 2026 para inscreverem seus trabalhos através do Portal Vitafor Science. O grande vencedor da edição terá a oportunidade de apresentar seu caso clínico no Congresso Internacional Vitafor Science, em Portugal no próximo ano. Já o segundo colocado participará como palestrante do Congresso Vitafor Science 2027 no Brasil e, o terceiro lugar, terá espaço garantido em um Summit Científico promovido pela empresa no próximo ano. Os nutricionistas poderão inscrever seus trabalhos nas categorias Nutrição Hospitalar, Nutrição Esportiva, Saúde da Mulher, Nutrição Estética e Nutrição Clínica. E, para a classe médica, as categorias são Medicina Clínica Geral, Medicina Esportiva e Especialidades, destinada a outros profissionais da saúde. Os casos inscritos deverão apresentar experiências clínicas reais, respeitando critérios técnicos, científicos e éticos definidos no regulamento oficial da premiação. Após a avaliação técnica realizada às cegas por um júri especializado, os trabalhos classificados seguirão para votação pública, permitindo que pacientes, seguidores e apoiadores participem da escolha. Ao final do processo, os três finalistas de cada categoria disputarão o Troféu Vitafor Awards 2026. O Vitafor Awards foi criado pela Vitafor® Group com o objetivo de incentivar a produção e o compartilhamento de conhecimento entre profissionais da saúde, estimulando a divulgação de experiências clínicas que possam contribuir para a evolução das práticas assistenciais e para a promoção da saúde baseada em evidências reais que possam inspirar outros profissionais. “Todos os dias, profissionais da saúde desenvolvem estratégias que impactam positivamente a vida de seus pacientes, mas muitas dessas histórias acabam restritas ao ambiente clínico. A premiação nasceu justamente para dar visibilidade a esses cuidados, reconhecer a excelência profissional e ampliar a troca de resultados entre colegas de diferentes especialidades, sempre envolvendo a suplementação nutricional”, destaca Débora Dutra, diretora de marketing da Vitafor® Group. A proposta é reforçar o compromisso da Vitafor® Group com a educação continuada, a valorização dos profissionais da saúde que são prescritores dos suplementos nutricionais, e a disseminação do conhecimento científico. “Quando um caso clínico é compartilhado, ele ultrapassa os limites de um único atendimento e passa a contribuir para a formação e atualização de toda a classe. É dessa forma que a ciência avança e que mais pessoas podem ser beneficiadas por práticas cada vez mais eficazes e seguras”, conclui a diretora de marketing da Vitafor® Group, Débora. Serviço Vitafor Awards 2026 Inscrições: até 5 de julho de 2026 às 23h59 Categorias:• Nutrição Hospitalar• Nutrição Esportiva• Saúde da Mulher• Nutrição Estética• Nutrição Clínica• Medicina Clínica Geral• Medicina Esportiva • Especialidades Inscrições e regulamento: science.vitafor.com.br/awards—edicao-2026 Sobre Vitafor® Group A Vitafor® Group é uma empresa 100% brasileira, está há mais de 20 anos no mercado e é considerada uma das principais marcas em suplementos nutricionais do país. Possui um mix de suplementos nutricionais que ultrapassa 270 itens para todas as fases e necessidades da vida, com o objetivo de promover bem-estar e saúde, divididos nas seguintes categorias: Ômega para cada fase da vida; Saúde intestinal; Beleza e saúde da mulher; Uma proteína para cada estilo de vida; Linha Energia; Longevidade e Saúde; Imunidade. Desde 2015, a Vitafor® ocupa o primeiro lugar no Top Of Mind das Marcas mais Reconhecidas pelos Profissionais da Saúde do Brasil na categoria Suplementos. E ainda mantém um portal científico, o Vitafor Science, para apoiar o profissional de saúde com informações atualizadas e confiáveis sobre os principais avanços nutricionais. Recentemente, a marca expandiu sua atuação para a Europa com o lançamento da Vitafor Europe, instalando-se em Portugal com e-commerce para atender o consumo internacional, além do lançamento da marca Fitzei, marca de snacks saudáveis do grupo. A Vitafor® Group fica sediada em Araçoiaba da Serra, interior de São Paulo, onde está a fábrica com mais de 18 mil metros quadrados de área e laboratório de análises próprio, o VLabor. A marca é reconhecida no meio acadêmico por basear sua produção e pesquisa na ciência, com pioneirismo no Brasil. Informações à imprensa – infato comunicação Leila Peres – leila@infato.com.br 11 97151-1807 Gabrielle Cosendei – gabrielle@infato.com.br 11 97724-4570 Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? 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Sandra Lapage cria universo imersivo a partir de cápsulas de café na Galeria Contempo

Dez obras, sendo cinco inéditas, compõem a exposição, incluindo uma instalação de grandes dimensões, com cerca de 3 metros, que pode ser atravessada pelo público A Galeria Contempo apresenta a primeira exposição individual de Sandra Lapage, intitulada “Cortejo de um cão da lua”, em cartaz de 20 de junho a 18 de julho, com realização em São Paulo. A mostra, com curadoria de Fabrício Reiner, reúne um conjunto de obras que ocupa a galeria como um ambiente contínuo, no qual escultura, instalação e materialidade se articulam em uma experiência de circulação do público pelo espaço expositivo. Simultaneamente uma obra de mais de 13 metros, intitulada ‘O dragão e a lua’, pode ser vista no Shopping Leblon, no Rio de Janeiro. Cinco das dez obras apresentadas na Contempo são inéditas e estruturam um núcleo recente da produção de Sandra Lapage. Entre elas, destaca-se uma instalação de grandes dimensões, com cerca de 3 metros, apresentada suspensa no espaço expositivo. O conjunto é formado predominantemente por cápsulas de café em alumínio, descaracterizadas de sua função original, além de plásticos e outros materiais reciclados, em uma pesquisa que investiga a transformação desses resíduos em composições poéticas, espaciais e de caráter interativo. A leitura imediata do material não remete à bebida; apenas uma observação mais atenta revela sua origem. O conjunto propõe diferentes modos de leitura e aproximação, convidando o visitante a percorrer, contornar e atravessar as obras, em relações que se constroem entre corpo, arquitetura e matéria. Sobre a exposição, Sandra Lapage conta: “Esta instalação é uma oportunidade de resposta ao espaço, em que ao dispor as peças em dança e convidar o público a negociar a relação do corpo com o acúmulo da matéria, proponho uma experiência imersiva da materialidade e da revelação da natureza dos elementos do trabalho. ” Segundo o curador da mostra, Fabricio Reiner, trata-se de uma experiência que se desdobra a partir da relação direta com o espaço e com o corpo do visitante: “O que me interessa no trabalho da Sandra é a maneira como ela transforma o excesso em linguagem: materiais industriais e descartados — como cápsulas e superfícies laminadas — ganham presença, brilho e força, revelando algo essencial sobre uma cultura que produz excesso como condição de existência. Ao atravessar escultura, vestimenta, instalação e performance, seu trabalho constrói uma linguagem híbrida, em que ornamento e espetáculo deixam de ser apenas sedução e passam a operar também como evidência crítica do presente. ” A exposição reforça a pesquisa de Sandra Lapage sobre processos de acumulação, descarte e reconfiguração de materiais, em que resíduos do cotidiano são reorganizados em estruturas sensoriais e narrativas espaciais. O título “Cortejo de um cão da lua” sugere uma dimensão simbólica que atravessa a mostra, evocando ideias de deslocamento, ritual e transformação. A carreira da artista inclui exposições em instituições como o Institute of Contemporary Art de Portland, nos Estados Unidos, além de bolsas e prêmios internacionais, como a Pollock-Krasner Foundation e o Repaint History Artist Fund. Sua prática investiga processos de acumulação, descarte e reconfiguração de materiais, propondo estruturas em que resíduos do cotidiano são reorganizados em experiências sensoriais e espaciais. ServiçoGaleria Contempo Exposição: Cortejo de um cão da lua – Sandra LapageAbertura: 20 de junhoVisitação: até 18 de julhoEndereço: Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1644Horários: segunda – sexta: 10h às 19h sábado: 10h às16h Sobre a Galeria Contempo A Galeria Contempo, dirigida por Márcia e Mônica Felmanas, afirma-se como um espaço voltado à articulação entre reflexão crítica, prática curatorial e produção artística contemporânea, guiada por um compromisso sólido com a construção de sentido no campo da arte. Mais do que um lugar de exibição, configura-se como um ambiente de pesquisa, no qual a obra opera como um dispositivo capaz de ativar relações entre diferentes linguagens, contextos e modos de experiência. Esse posicionamento se traduz em um programa que valoriza o rigor formal, a consistência conceitual e a continuidade dos processos, entendendo a arte como um território de elaboração, e não apenas de circulação. Sua inserção no circuito ampliado se dá de forma consistente, conciliando presença institucional e coerência programática, o que se evidencia tanto na participação recorrente em feiras, como a SP‑Arte, quanto na atuação internacional, marcada por projetos em instituições como a Casa de América, em Madri, que ampliam o alcance de sua produção e colocam a arte brasileira em diálogo com outras tradições e contextos culturais. Sobre Sandra Lapage A prática de Sandra Lapage parte do reaproveitamento de materiais, especialmente alumínio reciclado, que deixa de ser resíduo para se tornar agente de composição. Chapas amassadas, cápsulas de café e fragmentos coletados são reorganizados em estruturas que articulam brilho, dobra e tensão. A luz atua como elemento ativo na construção das obras, fazendo com que a superfície metálica oscile entre cintilações, reflexos e áreas opacas. A repetição e a variação organizam o trabalho, criando padrões que revelam diferenças sutis de escala, textura e cor. O gesto de recolher e recompor funciona como método central, expandindo-se em instalações que ativam o espaço e estabelecem relações entre matéria, corpo e deslocamento do espectador. A carreira da artista inclui exposições no Institute of Contemporary Art de Portland, nos Estados Unidos, além de bolsas e prêmios internacionais, como a Pollock-Krasner Foundation e o Repaint History Artist Fund. Sobre Fabrício Reiner Fabrício Reiner é curador, pesquisador e crítico de arte. Formado em História e mestre em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), com especialização em museologia na Itália, desenvolve desde 2005 pesquisas e projetos curatoriais voltados às artes visuais, à fotografia e às narrativas culturais contemporâneas. Atualmente é doutorando pela USP e colabora com instituições como a Biblioteca Mário de Andrade e o Instituto de Estudos Brasileiros (IEB). Entre suas curadorias destacam-se as exposições Watú não está morto! e Era uma vez o moderno, que propõem reflexões sobre os desdobramentos e as permanências do projeto moderno na contemporaneidade. Em seus projetos, articula pesquisa, crítica e prática curatorial para investigar novas leituras da arte e de seus contextos históricos e culturais. Quer continuar por
Brasil ganha primeira faculdade exclusiva à psicologia da América Latina custando R$ 7 mil

O ensino superior brasileiro terá em 2027 uma nova referência em formação de psicólogos com a chegada da Artmed School of Psychology APSY em São Paulo a instituição integra o ecossistema da Artmed, tradicional na publicação de conteúdos científicos em saúde, e pertence à +A Educação maior edtech do país que acumula mais de 50 anos de experiência em produção de conhecimento para profissionais de saúde além de milhares de livros publicados tecnologias educacionais e programas de pós-graduação A criação da APSY surge da avaliação de que a formação tradicional precisa evoluir para acompanhar as transformações da sociedade e o aumento dos casos de ansiedade depressão burnout e outras formas de sofrimento psicológico exigindo profissionais preparados para lidar com desafios cada vez mais complexos Fernando Kiperman diretor da APSY destaca que a instituição nasce para responder às mudanças recentes na Psicologia e oferece um novo padrão de ensino totalmente dedicado à disciplina com integração de ciência pensamento crítico e prática clínica desde o início da formação ele afirma que a APSY pretende preparar profissionais para os desafios futuros da profissão conectando teoria e prática clínica com as necessidades contemporâneas da saúde mental Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Dieta do atacante que vai jogar contra o Brasil viraliza por conter fígado e leite cru

Erling Haaland tem uma rotina de cuidados com corpo e mente que vai muito além dos treinos e da preparação física dentro de campo. Um dos pontos mais curiosos é a dieta ultracalórica que ele segue, chegando a 6.000 calorias por dia com alimentos como coração e fígado bovinos e leite cru que fornecem nutrientes de alto valor biológico e fácil absorção, mantendo energia e recuperação muscular ideais. Quando não está em campo ou treinando, Haaland também controla fatores externos que afetam desempenho e sono. Ele utiliza óculos que bloqueiam luz azul, apaga sinais eletrônicos no quarto e bloqueia a boca com uma fita para otimizar a respiração durante o sono. Além disso, carrega filtros de água para garantir a pureza do que consome. A estratégia vem funcionando. Responsável por levar a Noruega a um Mundial depois de 28 anos, o atacante marcou quatro gols nas duas primeiras rodadas do Grupo I, incluindo dois na vitória por 3 a 2 sobre Senegal, garantindo classificação antecipada junto à França. Haaland reforça a importância de consumir alimentos de qualidade e locais, questionando dietas processadas e destacando o impacto da escolha dos alimentos na saúde e no rendimento. Além da alimentação, o centroavante mantém hábitos de luz solar logo ao acordar, respeitando o ritmo circadiano natural, e faz sonecas à tarde enquanto filtra a luz azul. Em documentário produzido pelo serviço de streaming norueguês Viaplay, Haaland mostra sua rotina, ensina a cozinhar e detalha cuidados com sono e alimentação. Ele afirma que pequenas práticas diárias têm grande efeito a longo prazo. Com todas essas estratégias, Haaland se mantém no auge físico e mental e será peça-chave no confronto contra a França que definirá a liderança do Grupo I. O jogo acontecerá em Boston e os noruegueses precisam vencer para ultrapassar a atual vice-campeã mundial, mantendo o desempenho de alta performance que vem apresentando. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/